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Você já deve ter se perguntado “será que eu devo mesmo exportar?” e sentido aquele medo comum quando se está entrando para um novo mercado. Com uma assessoria lhe dando todo o suporte necessário o desafio fica muito mais fácil! A Efficienza Negócios Internacionais existe para te tranquilizar e mostrar porque você deve buscar uma fatia do mercado externo e iniciar a sua exportação!

Ao exportar a empresa diminui os riscos dos seus negócios, já que eles não ficam condicionados apenas à economia brasileira, gerando assim mais opções de oportunidades e garantindo maior segurança ao tomar decisões. Além disso, é capaz de gerar receita em uma moeda com condições econômicas diferentes da nacional – como o dólar, por exemplo, que nos últimos meses tem crescido e tornando as operações ainda mais favoráveis aos exportadores. Uma boa organização nessas operações aumenta também a sua capacidade produtiva, resultando em uma série de benefícios como: redução do custo produtivo; antecipação à concorrência internacional; incentivos fiscais; fortalecimento de marca e imagem internacional; ampliação de sua carteira de clientes; melhoria da qualidade de seus produtos – uma vez que é preciso adaptá-los às exigências do mercado internacional, dessa forma, gerando acesso a novas tecnologias.

Mesmo com a pandemia do Covid-19 impactando no resultado acumulado deste ano, os números se mostram positivos, pois de janeiro até agosto a balança comercial registrou superávit de US$ 36,6 bilhões, 14,4% maior do que o saldo de 2019, de US$ 32,2 bilhões. Segundo o Ministério da Economia, nos primeiros oito meses deste ano, o Brasil exportou US$ 138,6 bilhões e importou US$ 102 bilhões.

Agora que você já leu e sabe a importância de ser um exportador, contate a Efficienza que presta um serviço completo de comércio exterior e pode te ajudar com a organização das suas operações.

Por Deivid Ferreira.
Referência: GOVBR

A globalização e o comércio internacional de bens e serviços unificaram mercados e possibilitaram, ao longo dos últimos anos, o aumento da produtividade, competitividade e capacidade de inovação da indústria entre as economias. Partindo da ideia de que as nações têm maior crescimento econômico, autossuficiência e potencial de mercado quando essas se baseiam na aquisição de conhecimento (know-how), a Propriedade Intelectual (PI) tem se colocado como um dos fatores-chave e diferenciais para que as nações ganhem destaque dentro do mercado internacional.

A Propriedade Intelectual, caracteriza-se, de forma geral, como a competência humana vinculada à criação e inovação (conhecimento, tecnologia e saberes). Identificam-se como direitos relativos à PI, obras e interpretações literárias, artísticas e científicas, programas de computador e obras da tecnologia industrial (como patentes, desenhos industriais, marcas e indicações geográficas), entre outros.

O mercado internacional exige, cada vez mais, por produtos e serviços inovadores, advindos da atividade intelectual. Essa Propriedade Intelectual, quando concebida, tende a contribuir para uma melhora em diversos âmbitos primários e indispensáveis, como para a educação, trabalho, transporte, comunicação, saúde e lazer. Além disso, podem passar a ser comercializados como ativos intangíveis de grande valor econômico agregado.

Na indústria brasileira, as empresas mais fortes em conhecimento e inovação atuam no setor farmacêutico, telecomunicações, equipamentos de transportes e veículos automotores, petróleo e derivados, equipamentos de informática, produtos eletrônicos e óticos, eletricidade e gás, desenvolvimento e licenciamento de programas de computadores, serviços de arquitetura, engenharia e testes e análises técnicas. Empresas fortes em Propriedade Intelectual empregam e pagam relativamente mais, além de apresentarem força de trabalho mais especializada, maiores índices de faturamento, produtividade, oportunidade de espaço e investimento dentro do comércio internacional.

Contudo, ainda analisando este cenário, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior – FUNCEX (2015), a balança comercial brasileira apresenta déficit de US$ 109,5 bilhões para produtos manufaturados, considerando os de maior valor agregado, provenientes de conhecimento e tecnologia (passíveis de serem protegidos por PI). Registrou-se, segundo MDIC (2015), para produtos deste tipo, US$ 80,2 bilhões em exportações contra 189,7 bilhões em importações.

Dessa forma, para que o Brasil aumente sua competitividade industrial dentro do mercado internacional e consiga apresentar bons números na balança comercial, para produtos que não são commodities, faz-se necessário que o governo incentive a cultura da produção de conhecimento. Pensando nisso, é essencial, também, que as empresas busquem sua internacionalização, ainda mais se esta atividade estiver vinculada à novos negócios.

Por Fernanda Galina.

O aumento no número de exportações vem trazendo bons resultados para a balança comercial brasileira. Somente na quarta semana de fevereiro, a mesma teve um superávit de US$ 2,010 bilhões, reflexo do crescimento de 28% das exportações somente nesta semana, totalizando um valor de US$ 5,069 bilhões, somados com o valor das importações, de US$ 3,059 bilhões. Tal resultado, somado com os números obtidos desde o começo do ano, totalizam um saldo positivo de US$ 5,784 bilhões

O crescimento de 28% das exportações na quarta semana desse mês é consequência do aumento de 32,4% das exportações de produtos manufaturados (principalmente aviões, motores e turbinas para aviação, gasolina, máquinas e equipamentos para terraplanagem e produtos laminados planos de ferro e aço), 25,2% de produtos básicos (soja, petróleo bruto, minérios de cobre e de manganês, bovinos vivos) e 24,8% de produtos semimanufaturados (celulose, açúcar bruto de cana, ferro fundido bruto, semimanufaturados de ferro, aço e ouro), totalizando uma média de US$ 1,013 bilhões acima da média registrada na terceira semana, de US$ 792,4 milhões

Em relação às importações comparando estes mesmos períodos, houve uma diminuição de 5,7% (de US$ 648,6 milhões da terceira semana para US$ 611,8 milhões da quarta semana) em decorrência da redução de gastos com combustíveis e lubrificantes, químicos orgânicos e inorgânicos, equipamentos eletrônicos, itens de plástico e de cobre, aeronaves e peças para as mesmas

Comparando as médias até a quarta semana de fevereiro de 2019 com o mesmo período do ano passado, houve uma queda de 10,9% nas exportações, em decorrência da diminuição de 22,9% das exportações de produtos manufaturados e de 14,2% de produtos semimanufaturados

Já nas importações, ao comparar os mesmos períodos, pode-se observar uma queda de 20,4% (US$ 800,6 milhões da média de fevereiro/2018 contra US$ 637,1 milhões da média de fevereiro/2019), devido à redução de gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes, equipamentos elétricos e eletrônicos, veículos automóveis e partes, equipamentos mecânicos, químicos orgânicos e inorgânicos

A Efficienza, com mais de 20 anos em atividade no ramo de comércio internacional, conta com profissionais altamente qualificados, para ajudá-lo a ter o melhor desempenho em seus negócios, tanto em exportação como em importação. Estamos sempre prontos e à disposição para atende-lo e agregar valor ao seu negócio.

Por Lucian Ferreira.

Fonte: https://www.comexdobrasil.com/exportacoes-crescem-28-na-quarta-semana-de-fevereiro-susperavit-mensal-chega-a-us-36-bi/