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O comércio exterior brasileiro apresenta um desempenho positivo em 2025, impulsionado pelo aumento da demanda global por commodities e pela diversificação de mercados.

A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) projeta que as exportações brasileiras alcancem US$ 358,8 bilhões neste ano, representando um crescimento de 5,7% em relação ao ano anterior. Esse aumento é atribuído à maior fabricação de produtos como soja, milho, petróleo, carne bovina e carne de frango, além da recuperação nos preços desses itens.

Em relação à soja, o comércio exterior está projetado para alcançar números históricos em 2025, com estimativas de exportação variando entre 106 e 107 milhões de toneladas, representando um crescimento de 8% a 10% em relação ao ano anterior. A produção nacional de soja também deve atingir níveis recordes, com projeções de até 175,45 milhões de toneladas, um aumento de 11% em comparação a 2024. Esses números refletem o fortalecimento do Brasil como líder global na produção e exportação de soja, impulsionado por uma combinação de fatores como clima favorável, aumento da demanda internacional e investimentos no setor agrícola.

A balança comercial deve registrar um superávit de US$ 93,0 bilhões, um aumento de 23,7% em comparação a 2024. As importações também devem crescer, somando US$ 265,8 bilhões, refletindo a recuperação econômica e a demanda por insumos industriais.

Apesar do cenário positivo, a AEB alerta para desafios como a volatilidade cambial e a concorrência crescente, especialmente da China, que tem avançado nas exportações para a América do Sul, reduzindo a liderança brasileira na região.

Em resumo, o comércio exterior brasileiro em 2025 mostra sinais de crescimento sustentado, com aumento na demanda por produtos-chave e expansão nas exportações, embora desafios globais ainda exijam atenção estratégica.

Autora: Amanda da Silva

O ano de 2017 será de crescimento expressivo para as exportações do agronegócio brasileiro, segundo estudo feito pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), sendo a soja o principal produto exportado.

Levando em conta os diversos cenários, as previsões apontam variações importantes na receita das vendas ao exterior e nas cotações médias deste ano em relação ao que foi efetivado em 2016. Produtos como soja, café, carne, fumo, açúcar e algodão vão pesar favoravelmente na balança comercial do Brasil.

A lista dos principais produtos de exportação do Brasil para 2017 abriga, ainda, o farelo de soja, café e milho em grãos, carnes bovina e suína, fumo em folhas, algodão e açúcar em bruto, além de bovinos vivos. Todos os produtos considerados compõem uma estimativa de receita de US$ 91,7 bilhões para o Brasil, neste ano, em venda de produtos básicos ao exterior. Se confirmado, o valor representará acréscimo de 15,8% frente aos US$ 79,1 bilhões também estimados do total das exportações do país nesse segmento.

Alguns fatores internos e externos podem interferir nas projeções feitas para a exportação, assim como uma eventual queda nas cotações de soja e milho, que poderia reduzir os preços das carnes em geral e, com isso, afetar a receita da exportação. Acredita-se que a crise política no Brasil e a valorização cambial não terão impacto negativo sobre as exportações, pois os custos de produtos agrícolas são competitivos.

Ainda com base no estudo da AEB, o açúcar está no topo da lista dos itens semimanufaturados para exportação, com isso a receita dos embarques deverá subir em 2017. A projeção considera embarques de 22,5 toneladas neste ano. O valor compõe uma série de produtos que tendem a gerar, ao todo, US$ 29,2 bilhões em semimanufaturados exportados pelo Brasil neste ano.

O café teve um desempenho histórico em 2016, afirmou o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). O grão teve participação de 6,4% nas exportações do agronegócio brasileiro em 2016. Se considerados todos os segmentos de exportação, essa presença foi de 2,9%.

Na avaliação o presidente da AEB, o Brasil já é reconhecido como uma potência mundial em alimentos em razão da produtividade das lavouras e dos criatórios, além da competitividade dos exportadores, mas a tendência é que suba ainda mais de patamar.

Por Andressa de Carvalho.

O ano de 2016 foi um ano de muitas incertezas na economia, mas com aproximação de 2017, as projeções são positivas, principalmente para os exportadores.

A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) divulgou projeções de desempenho da balança comercial brasileira, indicando o primeiro aumento da corrente de comércio do País em quatro anos, com a volta do crescimento das exportações e retomada das importações em 2017.

Conforme a associação, os embarques devem crescer em média 7,2%. Com o avanço das exportações superior ao das importações, a AEB projeta crescimento de 13,1%, para US$ 51,6 bilhões, no superávit comercial do ano que vem, renovando o recorde da série histórica previsto para 2016.

O presidente da AEB, José Augusto de Castro, ao anunciar as projeções, salientou a importância do Brasil realizar urgentemente reformas estruturais nas áreas tributária, previdenciária e trabalhista, assim como investir em infraestrutura para reduzir custos de logística e acelerar processos de desburocratização.
Por Roberta Molon.