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No ano de 2020 o ano novo Chinês ou ano novo lunar, também denominado Festa da Primavera ou ainda Festa do Tet no Vietnã, será celebrado no dia 25 de janeiro dia do surgimento da primeira Lua nova, com seu término dia 11 de fevereiro de 2021. Diferentemente do calendário ocidental, que é organizado pelo movimento de translação da Terra, o calendário chinês é lunissolar, isto significa, organizado de acordo com a posição do Sol e as fases da Lua. Por este motivo, o ano novo Chinês não tem uma data fixa.

A partir do dia 25 de janeiro que eles começam a celebrar, dependendo do país, as comemorações duram de 3 a 15 dias. Neste período há um grande movimento de pessoas, visitando familiares e fazendo viagens em comemorações a esta data.

A China, considerada uma das maiores potências mundiais, com a segunda maior economia do mundo, ocupando o topo do ranking de exportação e o terceiro em importação, tem uma enorme importância para as operações de comércio exterior no mundo inteiro. Os impactos causados nestas operações são bem grandes pelo fato de muitas empresas de transporte e empresas envolvidas nos processos não estarem atuando por conta do feriado. A dinâmica de transporte e funcionamento do país muda completamente, operações portuárias sofrem alterações e voos de cargas são cancelados.

Neste período exportadores e importadores devem ter muito cuidado ao programar seus embarques, sempre verificando e contatando seu despachante o quanto antes para organizar a dinâmica e o tempo necessário para cumprir os prazos.
Entre em contato conosco, juntos vamos alinhar os processos analisando sempre a melhor opção.

Por Joana Deangelis da Silva.

Na próxima terça-feira, dia primeiro de outubro, é celebrado na China, o feriado chamado de “Golden Week”, este, se estende por aproximadamente uma semana, e é o segundo feriado mais importante da China, perdendo apenas para o ano novo chinês.

A Golden Week é celebrada em duas semanas do ano, a primeira em janeiro ou fevereiro dependendo do calendário lunar. Conhecida como a “Semana Dourada do Ano Novo Lunar Chinês” comemora o ano novo Chinês; a segunda, chamada de a “Semana Nacional do Dia Dourado” celebrada a partir do dia primeiro de outubro ao dia 7 do mesmo mês. O motivo da comemoração em outubro é a Proclamação da República Popular da China, onde em primeiro de outubro de 1949, foi encerrada a guerra civil entre comunistas e nacionalistas do país. Nestes dias há um grande movimento de pessoas partindo para as férias, visitando familiares e em homenagem e comemorações a esta data.

O comércio exterior representa uma grande parte da economia da China, considerada uma das maiores potências mundiais, com a segunda maior economia do mundo, ocupando o topo do ranking de exportação e o terceiro em importação. A movimentação de cargas nos aeroporto e portos deste país são extremamente grandes e o impacto que ocorre pela paralização de muitas empresas exportadoras e importadoras é também muito grande.

Neste período importadores e exportadores devem ter muito cuidado, pois as operações portuárias sofrem alterações e voos de cargas são cancelados. As programações dos embarques devem ser avaliadas de acordo com a demanda da parte interessada. Para evitar possíveis atrasos, mesmo que alguns armadores operem, o grande volume pode impactar significativamente nos prazos de entrega. De acordo com os dados dos anos anteriores a normalização desse serviço ocorre a partir de 2 ou 3 semanas, dependendo da demanda dos aeroportos e portos.

Entre em contato conosco, juntos alinharemos os embarques para evitar possíveis imprevistos, monitorando e analisando sempre a melhor opção.

www.forumbrasilchina.org
www.japan-guide.com
www.mundo-nipo.com.br

Por Joana Deangelis.

Nas suas Importações de cargas aéreas oriundas da China, você já deve ter se deparado com uma cobrança extra chamada de taxa de inspeção magnética, mas afinal, você sabe o porquê desta cobrança e qual sua finalidade?
Nas importações aéreas cuja origem é a China, é habitual que os itens magnéticos, sejam classificados como produtos perigosos e restritos.
Isso acontece porque os campos magnéticos podem causar interferência nos sinais dos sistemas de controle das aeronaves, frente a isso, inspeções são realizadas previamente ao carregamento da carga para identificar estes tipos de produtos.
Se sua carga de importação conter materiais magnéticos como imãs, núcleos de ferrite, níquel ou cobalto, obrigatoriamente será necessária inspeção magnética.
Equipamentos de áudio, como alto-falantes, microfones, celulares e computadores, bem como material de embalagem magnética, podem também exigir inspeções magnéticas.
Na ocorrência destes casos, o embarque da sua mercadoria pode ser afetado em termos tanto de aumento de custos como maior tempo de liberação, uma vez que as taxas de inspeção magnéticas são aplicadas a cada mercadoria enviada por via aérea e consequentemente acarretando no tempo extra para a realização das inspeções.
Uma das medidas que podem ser tomadas para agilizar este processo é solicitar ao seu exportador o formulário MSDS (Material Safety Data Sheet) para fornecer demais informações e orientação no manuseio de sua carga.
Tendo dúvidas sobre o embarque desse tipo de carga, contate o nosso setor de logística internacional, nossos profissionais auxiliarão com as dúvidas e orientarão quanto ao embarque de mercadorias magnéticas.
Por Maicon Lorandi de Mello
Fonte https://blog.greencarrier.com/air-freight-from-china-7-tips-for-importing-your-goods-smoothly/

Para manter seu produto competitivo, as empresas estão cada vez mais preocupadas e engajadas em reduzir custos. Qualquer despesa não prevista pode acabar com o custo do produto. Nesse último mês, enquanto os armadores anunciaram GRI, os importadores precisaram achar meios para cobrir essa despesa, muitas vezes reduzindo seu próprio lucro. Mas, afinal, você sabe o que esse termo significa?

GRI ou General Rate Increase é o aumento no valor de frete imposto pelos armadores. Isso ocorre devido ao aumento da demanda. Nesse mês de junho informamos a diversos clientes o aumento, que ocorreu nas importações de origem China.

Analisando o cenário de importação de produtos chineses, notamos nos últimos anos uma redução de serviços/rotas oferecidos pelos armadores. No mês de maio os fretes estavam baixos, o que gerou um crescimento na demanda de “bookings”. Com isso, os armadores aumentaram os valores de frete. Os espaços nos navios já estão ficando escassos.

Em época de “overbooking” a estratégia que o importador deve adotar é contratar fretes com espaço garantido. Por isso, aconselhamos nossos clientes a organizarem os próximos embarques para que sejam iniciados o quanto antes. Entre em contato conosco e solicite seu “Booking”.

Por Natália Schiavenin.

O Ano Novo Chinês, diferentemente do ocidental, que se dá em uma data fixa, se dá num período diferente em cada ano. O calendário chinês é lunissolar, ou seja, leva em conta tanto as fases da lua quanto a posição do sol. O Ano Novo Chinês começa na noite da lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo quinto grau de Aquário. O ano novo Chinês, de acordo com seu calendário em 2019, é comemorado entre 4 e 10 de fevereiro de 2019.
E o que isto impacta no comércio exterior brasileiro? A China atualmente é o maior mercado de importações brasileiras, sendo que boa parte da produção das empresas depende de insumos, maquinários, entre outros produtos vindos da China. Para evitar atrasos, transtornos e despesas altas, é preciso ficar atento ao período do feriado e que que normalmente é comemorado durante 15 dias, passando uma semana a mais do que o feriado de calendário, impactando as relações comerciais entre Brasil e China diretamente.

Assim como no Ano Novo do Ocidente, este período é considerado um feriado nacional, naturalmente paralisando a produção, venda e logística do país durante o período e com inúmeras pessoas entrando em recesso no país, havendo um grande número de pessoas viajando dentro da China, causando uma sobrecarga no modal aéreo, especialmente no que tange espaço para cargas de importação.
Organização e antecipação são pontos chave para que sua empresa não se prejudique durante esta pausa. Os pedidos devem ser feitos com antecipação, bem como o booking pré-agendado. Assim como em épocas de alta de volume, as épocas pré e pós feriado normalmente acabam sendo muito movimentadas, tanto para as importações no modal aéreo e marítimo. Isto resulta na escassez de espaço de embarque, muitas vezes atrasando a entrega no destino, e, seguindo a lógica, valores de frete bastante altos.
Caso sua empresa já esteja com o pedido pronto, mas com dificuldades em encontrar espaço ou preço competitivo de embarque, entre em contato conosco! Agora, caso tenha deixado para a última hora a sua importação, não se preocupe. Busque com seu fornecedor no exterior a melhor data para a entrega do seu pedido, antes ou depois do feriado e conte com a Efficienza para obter o melhor booking com preços competitivos para que você e sua empresa consigam sair na frente.

Nós somos especialistas em cuidar do seu processo desde a coleta em seu fornecedor até a entrega em sua empresa, passando por todas rotinas burocráticas de classificação fiscal, conferência documental e despacho aduaneiro. Conte conosco!

Por Gabriela Lazzarotto.

Organizado pelo Ministério do Comércio da República Popular da China, a CIIE (China International Import Expo), pela primeira vez com foco exclusivo em importação de produtos estrangeiros, será um grande centro expositivo englobando diversos países do mundo, reunindo funcionários do governo, expositores, compradores e demais interessados, com duração de 6 dias (5 de novembro à 10 de novembro de 2018). A exposição tem como um de seus objetivos fornecer novos canais de clientes, proporcionar a oportunidade de empresários e representantes conhecerem novos produtos, com diferentes preços, para melhorar a prosperidade comum da economia mundial e do comércio.

A cidade de Xangai já preparou ensaios para melhorar a infraestrutura do local. Esta exposição conta ainda com mais de 5 mil voluntariados recrutados, que estão sendo preparados principalmente para prestação de serviços, alguns como intérpretes e outros preparados para dar apoio à logística de hóspedes (chegadas e planejamento).

Xangai também se prepara com a criação de novos aplicativos de celulares para gerenciar o tráfego de toda a região, acrescentando também rotas de ônibus e ônibus extras.

Segundo o site ChinaHoje: “O evento, até agora, já confirmou a participação de representantes de mais de 130 países, o que deve tornar o mercado chinês mais acessível para o resto do mundo.”

Segundo o site do MDIC, as Importações provindas da China no ano de 2018, entre Janeiro e Setembro, geraram US$ 26,79 Bilhões, sendo responsável por 19,8% das importações brasileiras.

As empresas chinesas estão visando o grande potencial de impulsionar as importações pelo evento.

Por Giovana Facchin.

Na próxima segunda-feira 01 de outubro, os chineses comemoram o 69º Dia Nacional da China, sendo esse, um dos maiores e mais importantes eventos realizados no país. A data marca o dia da vitória do povo chinês junto ao partido comunista da China na guerra da libertação.

Nessa mesma data em 1949, o líder do partido comunista chinês, Mao Tse Tung declarou em seu histórico discurso, realizado na Praça Tiananmen (também conhecida como a famosa Praça da Paz Celestial), em Pequim, o momento que marcava simbolicamente o estabelecimento de um novo país. Nesse evento, foi então hasteada publicamente pela primeira vez, a bandeira nacional chinesa, frente a um público de cerca de 300.000 pessoas que acompanhavam com seus próprios olhos o nascimento de uma “nova” China. As celebrações em Pequim representaram, assim, o início das grandiosas comemorações que esse feriado nacional apresenta na China nos dias atuais.

Devido à importância deste acontecimento, desde 1999 o governo chinês aumentou o feriado do dia nacional para uma semana, a qual denominou de “Semana de Ouro”. A semana dourada inicia no dia 1 de outubro e vai até o dia 7, dando aos chineses tempo suficiente para visitar amigos e familiares em diferentes partes da China.

Esse feriado é excelente para o mercado de turismo, uma vez que durante esse período, o número de pessoas viajando dentro do país atinge facilmente a casa das centenas de milhões, sendo um dos maiores fluxos de turistas viajando dentro do país no ano, ficando atrás apenas do ano novo chinês.

Já para negócios, aconselha-se evitar visitas neste período, já que há muitas limitações na prestação de serviços no país. Além disso é extremamente importante programar suas importações para fugir deste período de “férias”, onde muitas empresas param em definitivo ou diminuem totalmente sua produção.

Assim como as empresas, os transportadores e os armadores, trabalham apenas em regime de plantão. Porém devido ao grande volume de cargas, por mais que os armadores operem em determinados dias, os atrasos na confirmação dos bookings são inevitáveis, uma vez que as fábricas param, os transportadores não conseguem realizar a coleta rodoviária para envio até o porto, consequentemente tendo um acumulo de mercadorias, que foram finalizadas e enviadas até o porto no período que antecede ao feriado. Com base nos anos anteriores, o período de normalização dos serviços logísticos dura aproximadamente de 2 a 3 semanas, podendo se estender por mais algumas conforme volume de carga nos portos.

Para evitar surpresas desagradáveis nesta fase do ano, contate o seu agente de cargas. Juntos podemos alinhar os projetos para os embarques, não só nesse período, mas em qualquer momento do ano. A informação é a base para que sua necessidade seja atendida com excelência.

Por Maicon Lorandi de Mello.

Promover a cooperação entre as Administrações Aduaneiras dos dois países, contribuir para a modernização de métodos e processos aduaneiros e assegurar a correta aplicação da legislação são os principais objetivos deste acordo.

No último dia 10 de maio, foi aprovado o Acordo entre Brasil e China pelo Senado Federal, que tem como objetivo principal promover a cooperação entre as Administrações Aduaneiras dos dois países.

Esta celebração tem como premissa assegurar a correta aplicação da legislação, a segurança na logística do comércio internacional, a prevenção, investigação e a repressão a ilícitos aduaneiros. Este tipo de acordo reforça a crescente tendência de cooperação entre países, facilitando e contribuindo para a modernização de métodos e processos aduaneiros através de trocas de experiências entre as partes envolvidas.

O Acordo em questão admite o intercâmbio de informações aduaneiras antes fechadas ou não disponibilizadas pela RFB da China, principalmente nos casos em que possa envolver dano substancial à economia, à saúde pública, incluindo a segurança da cadeia logística do comércio internacional ou outros interesses vitais dos dois países. Tal acordo se torna de extrema relevância, pois temos a China como nosso maior parceiro comercial, onde em 2017 representou cerca de 22% (U$ 47,4 bilhões) das exportações e 18% (U$ 27,3 bilhões) das importações brasileiras.

Além dos eminentes benefícios que ambos os países terão com este acordo, a Receita Federal poderá firmar um Acordo de Reconhecimento Mútuo (ARM) entre seus programas de Operador Econômico Autorizado, auxiliando no combate a fraudes. Tanto é que, a convite dos chineses, auditores fiscais embarcaram para o país para trocarem experiências durante 20 dias, sobre temas técnicos de interesse mútuo das respectivas aduanas.

Além do acordo, os países buscam cada vez mais uma aproximação no âmbito do comércio exterior como um todo, recentemente Brasil e China participaram de uma reunião com os membros do BRICS, para tratar de projetos e inciativas dentre os países membros.]

Este acordo aguarda apenas a sua edição do decreto presidencial para a conclusão da sua vigência.

Tanto os acordos quanto as reuniões com os diversos países de todo o mundo, são de extrema importância para a evolução, modernização e estreitamento de laços entre as nações.

Por Maicon Nicail Dall’Agnol Boeira.

No acumulado do ano até o mês de agosto, a China ultrapassou os Estados Unidos e tornou-se o principal fornecedor de produtos para o Brasil, colocando fim numa hegemonia americana que perdurou por décadas. Nos oito primeiros meses do ano, as exportações chinesas totalizaram US$ 17,485 bilhões, correspondentes a 17,9% das importações totais brasileiras. As vendas americanas no período somaram US$ 16,759 bilhões, equivalentes a 17,1% das importações nacionais. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Com esses números, a China passou a ser o maior parceiro comercial do Brasil nas exportações e importações. Nos oito primeiros meses do ano, 25% de todo o volume embarcado pelo Brasil para o exterior tiveram a China como destino final, gerando uma receita de US$ 36,430 bilhões. Nesse mesmo período, as exportações para os Estados Unidos alcançaram a cifra de US$ 17,686 bilhões, correspondentes a 12,1% do volume total exportado pelo Brasil.

As importações de produtos chineses tiveram uma alta de 13,3% de janeiro a agosto, por conta de aparelhos transmissores/receptores e partes, dispositivos semicondutores, laminados planos, circuitos integrados, autopeças, circuitos impressos, aparelhos eletromecânicos, pneumáticos, bombas e compressores, máquinas automáticas, motores e geradores, adubos e fertilizantes, aparelhos de ar condicionado e inseticidas.

Em relação aos Estados Unidos, as importações brasileiras entre janeiro e agosto cresceram 8,2% para US$ 17,686 bilhões, puxadas pelo aumento nas importações de óleos combustíveis, carvão, gasolina, adubos e fertilizantes, soda cáustica, medicamentos, coque e petróleo, querosene de aviação, autopeças, polímeros plásticos, algodão em bruto, borracha sintética, motores para veículos e partes e chapas de plástico.

De janeiro a agosto, os cinco principais países de origem das importações brasileiras foram 1) China (US$17,5 bilhões); 2) Estados Unidos (US$ 16,8 bilhões) 3) Argentina (US$ 6,2 bilhões); 4) Alemanha (US$ 6,1 bilhões) e 5) Coreia do Sul (US$ 3,5 bilhões).

Por Carla Malva Fernandes

Apesar da qualidade da última safra de alho no Rio Grande do Sul, os produtores gaúchos estão preocupados com a competição com o produto importado da China.

Só no ano passado, o volume de importação foi superior a 100 mil toneladas, um crescimento de 67% em comparação a 2015.

O preço do alho chinês não é inferior ao produzido no estado devido a duas taxações cobradas na hora da importação, uma de cerca de US$ 8 por caixa do produto e outra de 35% sobre o valor do produto por estar na Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum (Letec). Mas a cobrança do antidumping, feita há 12 anos, vence em 2018 e pode deixar de ser cobrada.

A taxação é uma prática comercial para evitar a concorrência desleal entre produtos nacionais e importados.

O custo de produção para os produtores de alho na Serra gaúcha é de R$ 80 a cada caixa de 10 kg. Com as duas taxas de importação vigentes, o alho chinês chega ao Brasil custando cerca de R$ 100 por caixa. Sem as taxas, o valor do alho chinês cairia para R$ 55, inviabilizando a produção nacional.

Para que esse imposto continue sendo cobrados dos chineses, produtores gaúchos estão elaborando um pedido para Câmara de Comércio Exterior do governo federal de renovação dessas cobranças.

Enquanto o que foi produzido na última safra chega ao mercado, a terra é preparada para o novo plantio que começa no mês que vem. Um plantio de incerteza na região responsável por quase 20% de toda produção nacional de alho.

Por Elisabete Berger.