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Nos últimos meses, a Efficienza realizou megaoperações com total sucesso! Foram projetos de grandes maquinários que exigiram uma estratégia de importação minuciosa, pois envolveram tipos diferentes de containers por se tratar de equipamento com extra medidas. E desde a origem até a chegada no porto de destino e transporte nacional foram acompanhados de perto.

A equipe de logística trabalhou em estreita colaboração com os fornecedores, agentes de carga nas origens e transportadores nacionais para garantir que todas as etapas do processo fossem executadas com eficiência e segurança.

No porto de destino, as mercadorias foram desembarcadas e submetidas a procedimentos alfandegários, antes de serem transportadas para o destino final por via terrestre, com escoltas especializadas para garantir a segurança da carga.

Destacamos que o know-how especializado e monitoramento contínuo permitiu que cada etapa fosse verificada em tempo real, garantindo transparência e confiança no processo.

Com a conclusão bem-sucedida desses projetos, reforçamos nosso compromisso com a excelência em logística internacional e a capacidade de atender às necessidades complexas de cada cliente, trabalhando em equipe para garantir que todas as etapas sejam executadas de acordo com o planejamento prévio.

Autora: Fernanda Dal Corso Valentini

Aprovada em etapas ao longo dos últimos anos, a Reforma Tributária brasileira promete remodelar profundamente o ambiente de negócios — e seus efeitos no comércio internacional já começam a ser discutidos por especialistas e entidades do setor.

O novo sistema, que substitui uma série de tributos atuais por um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual, tem como objetivo simplificar a cobrança, reduzir a cumulatividade e tornar o ambiente tributário mais previsível. Para empresas que atuam no exterior, isso pode representar ganhos importantes de competitividade.

Entre os principais impactos projetados está a redução dos custos operacionais. Com regras mais claras e unificadas, espera-se uma menor burocracia na apuração e compensação de créditos, algo especialmente relevante para exportadores. A desoneração das exportações — um dos pilares do modelo — tende a diminuir o chamado “custo Brasil”, tornando produtos nacionais mais atraentes no mercado internacional.

Por outro lado, o período de transição até a completa implementação do novo sistema, previsto para durar vários anos, pode gerar incertezas no curto prazo. Algumas empresas temem dificuldades de adaptação e possíveis conflitos entre as regras antigas e as novas, o que pode afetar temporariamente a fluidez das operações de importação e exportação.

Especialistas também apontam que a reforma pode aumentar a transparência e aproximar o Brasil de padrões tributários internacionais, facilitando acordos comerciais e investimentos estrangeiros. A expectativa é que a modernização tributária eleve o país em rankings globais de competitividade e ambiente de negócios.

Enquanto o texto final ainda passa por regulamentações complementares, o setor empresarial acompanha de perto cada etapa de implementação. A aposta geral é que, apesar dos desafios iniciais, a reforma tende a fortalecer a posição do Brasil no comércio global ao longo dos próximos anos.

Autora: Carolina Gottert Três

O comércio exterior brasileiro apresenta um desempenho positivo em 2025, impulsionado pelo aumento da demanda global por commodities e pela diversificação de mercados.

A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) projeta que as exportações brasileiras alcancem US$ 358,8 bilhões neste ano, representando um crescimento de 5,7% em relação ao ano anterior. Esse aumento é atribuído à maior fabricação de produtos como soja, milho, petróleo, carne bovina e carne de frango, além da recuperação nos preços desses itens.

Em relação à soja, o comércio exterior está projetado para alcançar números históricos em 2025, com estimativas de exportação variando entre 106 e 107 milhões de toneladas, representando um crescimento de 8% a 10% em relação ao ano anterior. A produção nacional de soja também deve atingir níveis recordes, com projeções de até 175,45 milhões de toneladas, um aumento de 11% em comparação a 2024. Esses números refletem o fortalecimento do Brasil como líder global na produção e exportação de soja, impulsionado por uma combinação de fatores como clima favorável, aumento da demanda internacional e investimentos no setor agrícola.

A balança comercial deve registrar um superávit de US$ 93,0 bilhões, um aumento de 23,7% em comparação a 2024. As importações também devem crescer, somando US$ 265,8 bilhões, refletindo a recuperação econômica e a demanda por insumos industriais.

Apesar do cenário positivo, a AEB alerta para desafios como a volatilidade cambial e a concorrência crescente, especialmente da China, que tem avançado nas exportações para a América do Sul, reduzindo a liderança brasileira na região.

Em resumo, o comércio exterior brasileiro em 2025 mostra sinais de crescimento sustentado, com aumento na demanda por produtos-chave e expansão nas exportações, embora desafios globais ainda exijam atenção estratégica.

Autora: Amanda da Silva

Entrou em vigor em 01/01/2025 a alteração gradual do acréscimo percentual nas alíquotas da Cofins-Importação proposta pela Lei nº 14.973 de 16/09/2024.

O acréscimo percentual da alíquota segundo a lei será de:

I – 0,8% (oito décimos por cento) de 1º de janeiro até 31 de dezembro de 2025;

II – 0,6% (seis décimos por cento) de 1º de janeiro até 31 de dezembro de 2026; e

III – 0,4% (quatro décimos por cento) de 1º de janeiro até 31 de dezembro de 2027.

A aplicação do acréscimo vem ocorrendo desde 2011 e durante todos esses anos passou por diversas vigências e revogações, o que tudo indica que modificações ainda poderão ocorrer.

O acréscimo é aplicado pelo governo visando aumentar a arrecadação de tributos provenientes do plano de ajuste fiscal.

O estado de Santa Catarina enfrenta desafios no setor portuário devido às condições climáticas adversas, resultando na paralisação das operações e uma fila de navios em alto-mar aguardando permissão para atracar nos portos de Itajaí e Navegantes. Como resultado, existe o potencial de atrasos na chegada de navios ao porto de Rio Grande.

Na última segunda-feira, alguns navios permaneceram ancorados, uma situação provocada pela suspensão das atracações no Complexo Portuário do Itajaí-Açu devido às condições climáticas. Parte dos navios programados para atracar na Portonave nos próximos dias desviou sua rota para outros terminais, como o Porto de Paranaguá. Outros permanecerão na área aguardando uma “janela” de oportunidade para retomar as operações.

As condições de navegação, incluindo vento, correntes marítimas e a correnteza do Rio Itajaí-Açu, são avaliadas pela Praticagem e certificadas pela Marinha do Brasil, que decide sobre a abertura ou o fechamento do canal.
Com a previsão de mais chuvas e enchentes em cidades como Rio do Sul, a tendência é que a correnteza do Rio Itajaí-Açu permaneça intensa nos próximos dias, tornando incerta a retomada das manobras. Além disso, os portos de Itapoá e São Francisco do Sul, localizados no norte do estado, e o porto de Imbituba, no sul, não enfrentam o mesmo impacto das correntezas fluviais, pois suas instalações ficam em áreas marítimas, sem interferência direta de rios. No entanto, esses terminais também estão sendo monitorados quanto às condições de operação. Como resultado, espera-se que o tráfego de navios no porto de Rio Grande possa ser afetado por atrasos decorrentes desse cenário complexo.

Por: Pedro H Moretto Rodrigues

Devido a previsão de fortes chuvas no final de semana, nesta sexta feira (6) foi emitido um alerta pela Defesa Civil de Itajaí de um possível ‘desastre’, devido a possibilidade de enchentes no município e todo Litoral Norte de Santa Catarina. O órgão informa que a previsão é que a partir de sábado (7), chova cerca de 125 milímetros na região e seguem monitorando a condição climática da região.

Vários municípios do estado já estão sofrendo com a chuva contínua durante a semana e alguns locais já passam por alagamentos, inundações e enxurradas. No Vale do Itajaí há um muito alto para enxurradas e alagamentos a partir da tarde de sexta-feira com aumento gradual nos níveis do rio Itajaí-açu durante o final de semana, podendo alcançar entre 10 e 11 metros no município de Rio do Sul e 11 a 12 metros em Blumenau.

Essas condições irão afetar diretamente as operações portuárias na Barra de Itajaí, que no momento está fechada para manobras de navio e sem previsão de abertura, as condições estão impraticáveis. Dessa forma, todas as operações envolvendo o COMEX estão temporariamente suspensas no local, acarretando uma grande quantidade de navios aguardando para atracação e posteriormente atrasos.

Por: Lucas Morales Cestito

Crédito da imagem – pvproductions

Na quarta-feira passada (11), o Governo Federal anunciou que irá zerar a alíquota do imposto de importação de sete categorias de produtos alimentícios. Entre esses produtos estão carnes, miúdos, trigo e derivados, milho em grão, bolachas, biscoitos e outros produtos de padaria. A decisão foi tomada pelo Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex/Camex), do Ministério da Economia.

No mês de abril, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, fechou em 1,06%. Esse índice foi o mais elevado para um mês de abril desde 1996 (1,26%). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que calcula o IPCA, a inflação acumulada em 12 meses está em 12,13%.

“Sabemos que essas medidas não revertem a inflação, mas aumentam a contestabilidade dos mercados. Então, o produto que está começando a crescer muito de preço, diante da possibilidade maior de importação, os empresários pensam duas vezes antes de aumentar tanto o produto.

Essa é a nossa lógica com esse instrumento”, explicou o secretário-executivo da pasta, Marcelo Guaranys.

Fonte: Invest news.

Autor: Lucas Morales Cestito

O programa OEA é um programa de parceria entre os intervenientes com a aduana, envolvendo a validação dos procedimentos de gestão que as empresas têm para mitigar os riscos nas operações de comércio exterior. O programa de forma geral se baseia na pirâmide da conformidade, ou seja, quanto mais a empresa for confiável cumprindo as leis corretamente, o sistema aduaneiro facilita os processos das operações através de benefícios oferecidos por fazer parte do programa.

Essa forma de proteção para empresas nasceu em 1998 na Suécia, porém ficou adormecida até 2001 após atentado terrorista às torres gêmeas, quando os Estados Unidos através do CTPAT (Customs-Trade Partnership Against Terrorism) começaram esse programa voluntário, focado na segurança das cadeias de suprimentos de empresas privadas em relação ao terrorismo. Até que no ano de 2005 a OMA (Organização Mundial das Aduanas) decidiu criar um modelo, a fim de simplificar e garantir a segurança dos processos das Aduanas e controle das operações da cadeia logística que então foi denominado OEA (Operador Econômico Autorizado).

O programa é baseado no gerenciamento de risco da empresa, ele procura saber como a empresa lida com todos os processos internos, buscando entender seu controle de gestão e transação. Também há monitoramento contínuo dos operadores, buscando que a empresa entre 3 e 5 anos após a certificação, continue alimentando seu plano de gestão, aplicando melhorias contínuas nos processos e, com isso, é oferecido um incentivo à conformidade por meio de benefícios, sendo um deles a passagem livre na aduana, levando a custo zero de armazenagem. Dentre os benefícios também podem ser citados:

• Praticamente não há conferência física das mercadorias e, caso tenha, será o primeiro a ser atendido;

• Se o seu transportador também for OEA é o primeiro a entrar no armazém, sem precisar esperar em filas;

• O despacho pode ser realizado antes da chegada da mercadoria (Despacho Sobre Águas), sendo imediata a parametrização;

• Em São Paulo os aeroportos trabalham 24 horas, ou seja, as cargas de importação e exportação são desembaraçadas no momento em que chegarem, tendo também a recepção de documentos e concessão de trânsito aduaneiro, e transportadores OEA não precisam aguardar o lacre por parte da Receita Federal, recebendo e lacrando a carga eles mesmos.

Segundo cálculos, empresas operadoras OEA tem uma redução média de 80% no tempo de liberação aduaneira, assim, o programa estima uma economia de até US$ 17 bilhões nos próximos 10 anos com o aumento da eficiência aduaneira. Até junho de 2021 o programa já havia emitido 566 certificados e restaram em análise 113 requerimentos.

Para você que quer saber como obter a sua certificação OEA, nós da Efficienza, elaboramos um plano envolvendo três pilares. O primeiro é a capacitação da empresa, nele analisamos se há e como são feitos os treinamentos pessoais de seus colaboradores, procurando algo como materiais de apoio, com uma plataforma com estudos e aulas feitas de forma EAD ou presencial. O segundo é a procedimentalização, nele procuramos tornar em procedimentos formais e escritos, as operações de comércio exterior que a Receita Federal já determinou que têm risco, tudo isso através de assessoria com o auxílio de ferramentas de apoio à automatização dos procedimentos. E por fim, começamos a implantação da gestão de risco, criando os mapas de risco da empresa e, com um auditor nosso, fazemos uma simulação da validação, realizando os ajustes necessários e submetendo o pleito para análise da Receita Federal.

Por: Lucas Morales Cestito

O Brasil vem enfrentando diversas dificuldades desde o início da pandemia de Covid-19 em 2020, obrigando empresários a gerir mudanças estratégicas em diversas áreas.

Segundo dados levantados pelo Ministério da Economia, as exportações de soja no Brasil recuaram cerca de 98% devido a seca no momento do plantio e ao grande volume de chuvas no momento da colheita. Este número demonstra que, em Janeiro de 2020 o número de Exportações da oleaginosa alcançou 63,5 mil toneladas, enquanto até a terceira semana de Janeiro de 2021 as exportações atingiram timidamente apenas 1,16 mil toneladas. Em contrapartida, as exportações semanais de milho e café subiram quando comparado ao ano de 2020, 32,5% e 44,3%, respectivamente.

Além disso, estima-se que a queda no comércio exterior é a maior desde a crise financeira global que abalou os anos de 2008 e 2009, destaca a Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal).

É notório que muitos desafios para o Comex ainda serão enfrentados durante o ano de 2021, mas há expectativa que com a movimentação positiva em relação a vacinação de Covid-19 em todo o mundo os rumos sejam melhores em todos os aspectos.

Por Carolina Göttert Três.

Fontes: https://www.comexdobrasil.com/

Brasil está consolidado como o principal país de destino das exportações de vinhos envasados chilenos, ultrapassando Reino Unido, Japão e China com aproximadamente USD 148 milhões (entre janeiro e outubro de 2020).

Com a pandemia de COVID-19, as atividades vitivinícolas e, mais especificamente, hotelaria e ecoturismo, foram duramente atingidas, porém as grandes vinícolas chilenas imediatamente focaram-se no e-commerce, concentrando suas vendas para seus consumidores finais, e os pequenos produtores puderam abastecer grande parte das exportações. Durante a pandemia, o consumo aumentou cerca de 900%.

O Chile é hoje, um dos mais importantes exportadores de vinho, com uma área de vinhedos aproximada de 190 mil hectares e produção anual girando em torno de 1,3 milhões de litros. Sua principal região produtora de vinhos é O´Higgins e Maule que juntas correspondem a mais de 70% do total produzido e sua principal cepa é a Cabernet Sauvignon, que corresponde a 39% do total de vinhos.

Sendo o Brasil o principal destino das exportações de vinhos do Chile, as empresas importadoras devem estar atentas a quaisquer mudanças de legislação, benefícios fiscais e procedimentos de análise. Para isso conte com os profissionais da Efficienza, estamos preparados para lhe ajudar com transporte internacional, desembaraço aduaneiro e regimes especial, contate-nos para uma experiência sem complicação no seu processo de importação de vinhos.

Por Júlio Cezar Mezzomo.

Referência:Comex do Brasil