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Essa semana, os portos asiáticos, especialmente em Singapura e Hong Kong, enfrentaram um congestionamento gigante, causando prejuízos significativos na logística internacional. O aumento do tráfego de contêineres e a falta de capacidade de processamento nos portos resultaram em atrasos e cancelamentos de embarques, causando atrasos nas entregas de mercadorias, afetando a cadeia de suprimentos de empresas em todo o mundo.

Em paralelo, as empresas de logística estão trabalhando para encontrar soluções para lidar com o congestionamento nos portos, incluindo a busca por rotas alternativas e a otimização de processos. Em adição, as autoridades portuárias estão empenhadas para aumentar a capacidade de processamento nos portos e reduzir futuros congestionamentos.

Congestionamentos em portos sempre impactam a logística internacional, causando atrasos e aumento dos custos para os importadores e exportadores. É importante que toda a cadeia logística esteja de mãos dadas para encontrar as melhores soluções para lidar com esse desafio e garantir a eficiência dos embarques.

Autora: Fernanda Dal Corso Valentini

O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) é um tributo federal brasileiro que incide sobre diversas operações financeiras, como câmbio, crédito, seguros e valores mobiliários. Na logística internacional, o IOF tem papel relevante, especialmente nas operações de câmbio utilizadas para pagamentos de importações e exportações.

IOF e Operações de Câmbio:

Nas transações de comércio exterior, o câmbio é o elo entre as moedas estrangeiras e o real. Toda vez que uma empresa importa produtos e precisa pagar um fornecedor no exterior, há uma conversão de moeda e é exatamente aí que o IOF incide. Atualmente, para operações de câmbio relacionadas a importações, a alíquota é de 3,5% sobre o valor em reais da operação.

O IOF pode representar um custo considerável, principalmente em grandes volumes de importações. Isso impacta diretamente na formação do custo total da operação logística internacional, incluindo:

• Planejamento financeiro das empresas;
• Composição do preço final do produto importado;
• Margens de lucro;
• Competitividade no mercado.

Empresas que operam com comércio exterior devem considerar o IOF como um dos componentes fixos de custo nas operações de importação e também observar eventuais mudanças na legislação, já que a alíquota pode ser alterada por decreto presidencial.

Além do câmbio, o IOF também pode incidir sobre operações de crédito utilizadas para financiar importações, o que adiciona outra camada de atenção para os gestores logísticos e financeiros.

Embora o IOF seja apenas uma parte do complexo cenário tributário e cambial do comércio internacional, sua correta compreensão e cálculo são essenciais para garantir a previsibilidade e a eficiência das operações logísticas internacionais. A gestão adequada desses tributos pode representar uma vantagem estratégica para empresas que desejam manter sua competitividade global.

Autor: Fernando Marques

A confirmação da tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos, válida a partir de 1º de agosto de 2025, gerou uma forte onda de movimentações no setor exportador nacional. A medida, anunciada pelo presidente americano Donald Trump, acende um alerta para empresas que dependem do mercado norte-americano e reforça a necessidade urgente de adaptação estratégica para minimizar os impactos.

A sobretaxa se aplica a todos os produtos de origem brasileira, independente da rota ou do país intermediário por onde a carga transite. Na prática, isso representa um aumento expressivo nos custos operacionais e uma perda significativa de competitividade frente a outros países que mantêm relações comerciais mais estáveis com os Estados Unidos.

Diante desse novo cenário, especialistas em comércio exterior recomendam que empresas exportadoras brasileiras reavaliem suas rotas logísticas, seus contratos internacionais e, principalmente, o mix de mercados atendidos. A diversificação de destinos comerciais tem se mostrado uma alternativa estratégica, com destaque para mercados da União Europeia, América Latina, Oriente Médio e Ásia, onde ainda existem acordos mais favoráveis ou menos instabilidade tarifária.

A mudança imposta pela tarifa americana também impacta diretamente a estrutura logística das operações. Empresas estão sendo forçadas a renegociar contratos com armadores, rever prazos de entrega e adaptar seus centros de distribuição fora dos Estados Unidos. A cadeia logística precisa, agora, ser replanejada com foco em eficiência, redução de riscos e ampliação de alternativas operacionais.

Além dos ajustes comerciais e logísticos, o momento exige uma revisão das estratégias de precificação. Produtos com menor valor agregado podem se tornar inviáveis nos Estados Unidos, e por isso há um movimento crescente em direção à exportação de produtos com diferenciais técnicos, maior qualidade ou com valor percebido mais elevado — que absorvem melhor variações de custo e têm maior margem de negociação.

Pequenas e médias empresas, mais vulneráveis a oscilações externas, também precisam redobrar a atenção. A busca por orientação técnica especializada pode ser fundamental para manter a viabilidade de suas operações internacionais. O cenário atual exige mais planejamento, mais informação e, principalmente, agilidade na tomada de decisões.

Enquanto o governo brasileiro atua diplomaticamente para tentar reverter a medida — por meio do Ministério das Relações Exteriores e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços —, o setor produtivo já se reorganiza para enfrentar os novos desafios impostos por essa mudança drástica no comércio bilateral com os Estados Unidos.

Autora: Alice Danielle Stefanon

As recentes sanções impostas pelos Estados Unidos estão causando ondas de choque na logística internacional, afetando a cadeia de suprimentos global e aumentando a incerteza nos mercados, além de muitas empresas estarem enfrentando desafios para manter suas operações funcionando de forma eficiente.

As empresas estão buscando maneiras de adaptar-se às novas regras e restrições. Algumas estão investindo em tecnologias mais avançadas, enquanto outras estão buscando rotas e modais de transporte alternativos.

Há casos de envios aéreos de exportação que passaram a necessitar de liberação formal para entrada nos EUA e isso está gerando atrasos nas liberações e, consequentemente, custos extras.

A situação está longe de ser resolvida, e as empresas precisam estar preparadas para enfrentar os desafios que vêm por aí. A logística internacional é uma área dinâmica e em constante mudança, e as empresas precisam ser ágeis e adaptáveis para sobreviver. Conte com a Efficienza para encontrar a melhor solução para seu embarque!

Autora: Fernanda Dal Corso Valentini

Os desafios enfrentados pela logística internacional nos últimos anos têm levado empresas de diversos setores a adotarem novas estratégias para garantir a eficiência de suas operações. Com congestionamentos portuários, aumento dos custos e impactos geopolíticos, a necessidade de inovação e resiliência nunca foi tão evidente.

Para contornar esses desafios, muitas empresas estão diversificando suas rotas de transporte, buscando soluções intermodais e investindo em tecnologia para aumentar a previsibilidade e reduzir riscos. O uso de inteligência artificial, blockchain e monitoramento em tempo real tem permitido um controle mais eficiente sobre as cadeias de suprimentos, possibilitando ajustes rápidos e reduzindo os impactos de atrasos e custos elevados.

Além disso, há um movimento crescente em direção à regionalização da produção e ao fortalecimento de estoques estratégicos. A pandemia e os recentes conflitos internacionais demonstraram a importância de reduzir a dependência de um único fornecedor ou rota de transporte, tornando essencial o planejamento de alternativas para manter o abastecimento contínuo.

Outro fator que tem influenciado o comércio internacional é o avanço dos acordos comerciais digitais, que visam facilitar o fluxo de mercadorias e serviços por meio da padronização de processos aduaneiros e do uso de tecnologias inovadoras. Acordos como o DEPA (Digital Economy Partnership Agreement) vêm sendo adotados por diversas nações, promovendo maior eficiência nas transações comerciais e reduzindo barreiras burocráticas.

Além disso, mudanças nas regulamentações alfandegárias em regiões estratégicas, como a União Europeia e os Estados Unidos, exigem que as empresas se adaptem rapidamente às novas exigências para evitar atrasos e custos adicionais nas operações de importação e exportação.

Embora os desafios logísticos ainda sejam complexos, o setor tem demonstrado uma capacidade notável de adaptação e inovação. A colaboração entre empresas, governos e instituições internacionais será fundamental para garantir a estabilidade do comércio global nos próximos anos.

Autora: Charlene Pavloski

A logística internacional está enfrentando um grande desafio com os congestionamentos portuários e guerras causando atrasos, aumento dos custos e escassez de produtos em todo o mundo. Os congestionamentos portuários estão afetando os principais portos do mundo, incluindo os EUA, China, Europa e Ásia. A demanda por contêineres e espaço de armazenamento está superando a capacidade dos portos, causando atrasos e aumento dos custos para as empresas que dependem da logística internacional.

Além disso, as guerras e conflitos em regiões como o Oriente Médio e Ucrânia estão afetando a navegação e o transporte de mercadorias. A invasão da Ucrânia pela Rússia, por exemplo, segue afetando a entrega de mercadorias para a Europa e outros países. Os impactos desses congestionamentos e guerras são sentidos em todo o mundo, afetando a capacidade de entrega de produtos por parte das empresas e com os consumidores sofrendo com o aumento dos preços.

Para mitigar esses impactos, as empresas estão buscando alternativas para a entrega de mercadorias, como rotas alternativas e modais de transporte diferentes. Além disso, as empresas estão investindo em tecnologias de logística mais avançadas, como a inteligência artificial e a robótica, para melhorar a eficiência e a precisão da entrega de mercadorias.

No entanto, é claro que os congestionamentos portuários e as guerras são desafios complexos que requerem soluções mais amplas. É necessário que os governos e as organizações internacionais trabalhem juntos para resolver esses conflitos e garantir a estabilidade da cadeia de suprimentos global.

Autora: Fernanda Dal Corso Valentini

O setor de logística internacional vive um momento de transformação em 2025, impulsionado por inovações tecnológicas, mudanças nas dinâmicas globais e a crescente demanda por soluções mais rápidas e eficientes. A aceleração do comércio eletrônico, a adaptação às novas normas ambientais e os desafios logísticos causados pela instabilidade política e econômica em diversas regiões são alguns dos principais pontos que marcam este cenário.
A crescente incerteza econômica, exacerbada por tensões geopolíticas em várias partes do mundo, cria um cenário imprevisível para o comércio global. A guerra comercial entre potências econômicas, continua a afetar as cadeias de suprimentos, forçando empresas a reconsiderarem suas estratégias e diversificação de fornecedores.
Além disso, as políticas protecionistas e os bloqueios comerciais podem gerar novos obstáculos para a movimentação de mercadorias, tornando as operações logísticas mais complexas e onerosas. A flexibilidade, portanto, tornou-se uma das palavras-chave para os players que buscam adaptar-se rapidamente a mudanças nas normas e regulamentações.
Com a crescente preocupação sobre as questões ambientais, 2025 marca também um ano em que a sustentabilidade ganha ainda mais força na logística internacional. As empresas estão intensificando os esforços para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, investindo em tecnologias de combustíveis alternativos para o transporte de cargas.
A implementação de práticas mais ecológicas e regulamentos mais rigorosos, como os impostos sobre emissões de carbono e as novas exigências para a redução de resíduos, estão forçando todos a adotarem soluções mais verdes, sob pena de sofrerem penalidades.
O futuro da logística internacional será promissor, mas também repleto de desafios que exigem inovação constante e adaptação. O setor será marcado por uma crescente interconexão global, mas também pela necessidade de maior flexibilidade e resiliência diante de incertezas econômicas e geopolíticas.
Por fim, as empresas que conseguirem se adaptar rapidamente às novas demandas comerciais terão uma vantagem significativa no competitivo mercado global. Em um mundo cada vez mais interdependente, o sucesso na logística internacional dependerá não apenas de eficiência operacional, mas também da capacidade de antecipar e reagir a mudanças rápidas e imprevisíveis.

Autora: Fernanda Dal Corso Valentini

A primeira rota direta da China para o Brasil foi anunciada no início do mês de setembro. Ela tem como partida o Porto de Guangzhou e o seu destino é o Porto de Santos.

Esse serviço promete uma redução de 5 (cinco) dias, no mínimo, em relação às opções usuais que levam em média 45 (quarenta e cinco) dias de viagem. Além dessa rapidez, o mesmo traz custos mais competitivos para os envolvidos na cadeia logística.

A Cosco Shipping pretende alocar 8 (oito) navios multifuncionais para essa rota. Porém, a frequência inicial será quinzenal com o objetivo de garantir a estabilidade dessa operação para atender a todos os importadores e exportadores com qualidade.

Vale ressaltar que já estamos aptos a oferecer essa rota. Aguardamos o seu contato para seguirmos com as negociações!

Autora: Fernanda Dal Corso Valentini

Créditos Imagem: dashu83

As autoridades chinesas decidiram na última segunda-feira, dia 05 de abril, ampliar o lockdown em Xangai, decretado no último dia 28 de março, após testes em massa sobre 26 milhões de habitantes da cidade. A finalidade é conter o surto de Covid-19 que vem aumentando a cada dia na cidade.

O vice-secretário-geral do governo municipal, Gu Honghui, disse que um total de 62 lugares foram atualmente designados para quarentena, e enfatiza que a prevenção e o controle da epidemia do Covid -19 em Xangai, está no estágio mais difícil e crítico.

Este bloqueio para conter a maior onda de covid em Xangai, está afetando o movimento de cargas. Em termos de transporte aéreo, os aeroportos Shanghai Pudong e Shanghai Hongqiao City estão operando com capacidade muito limitada, principalmente para voos de passageiros. As empresas que operam na região relataram cancelamentos de voos durante esse período.

Na modalidade marítima, houve o fechamento de alguns pátios e armazéns na área portuária, impactando na entrega das cargas para embarque. “O serviço de transporte rodoviário de entrada e saída de Xangai será severamente impactado em 30% devido a um bloqueio total nas áreas de Pudong e Puxi, em Xangai, até 5 de abril”, disse a Maersk e acrescentam “Consequentemente, haverá um tempo de entrega maior e um possível aumento nos custos de transporte, como taxa em caso de rotas alternativas e frete rodoviário”.

As autoridades ainda não revelaram por quanto tempo o confinamento ficará em vigor.

Por: Joana Deangelis da Silva

Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br

https://www.cnnbrasil.com.br

https://epocanegocios.globo.com

Créditos da imagem: rawpixel.com

 

Desde o princípio, a pandemia trouxe problemas financeiros, sociais, instabilidade política e de abastecimentos globais. E esses assuntos ainda nos preocupam em 2022, por conseguinte prejudicaram muito as expectativas de crescimento para grande parte das empresas no mundo.

Neste ano que começa, ainda sofreremos com a escassez de containers e o alto valor dos fretes internacionais. Todavia, estamos em um mercado orientado para essa nova realidade que vivemos. Além disso, temos a previsão de entrega de novos navios programada para os próximos 4 anos, com maior quantidade em 2023.

Devido ao lockdown, houve menor necessidade de serviços de transporte, porém, a recuperação veio de forma muito rápida, principalmente com o crescimento dos eCommerce: retomada de produção + demanda acumulada = saturação da infraestrutura disponível.

Com o surgimento da nova variante Ômicron, temos a informação de que algumas cidades chinesas estão em lockdown devido à política de restrição do país. A grande maioria dos terminais portuários da China estão operando normalmente, o que deixa o importador mais tranquilo quanto à possíveis atrasos nos embarques. Em Ningbo, apenas o terminal que se encontra em Beilun teve seu fechamento pelo governo chinês, afim de evitar demasiadas transmissões.

A maior preocupação está na parte rodoviária de entrega de cargas ou containers nos terminais. Os motoristas estão evitando essas rotas com medo de ficarem retidos para quarentena após as descargas e testarem positivos para o virus.

Na parte aérea, a região de Hong Kong apresenta maiores problemas e regras mais rígidas para controle das infecções. Essas novas politicas forçam as Companhias Aéreas a manterem suas tripulações em quarentena, gerando atrasos, cancelamento de voos e o aumento das tarifas.

Sugerimos que sua empresa tenha ainda mais organização e planejamento nesse início de 2022, afinal em breve teremos o Feriado Chinês, data que mais afeta a Logística Internacional (de 31/01 até 06/02).

Conte com a equipe da Efficienza para ajudarmos nesse planejamento tão importante da sua empresa.

Por: Fernanda Dal Corso Valentini