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Crédito da imagem: onlyyouqj

Como temos visto, há um caos logístico afetando o mundo todo. Muitos exportadores e importadores têm sofrido com dificuldades de conseguir espaço e equipamentos, sofrendo com atrasos em seus embarques.

Atualmente, diversas rotas, origens e destinos têm sido afetados pela situação, onde muitos dos armadores estão com seus navios lotados e com dificuldade de manter prazos e datas de embarque passados aos clientes.

Aqui surgem as opções de embarque SPOT, um “booking” que ocorre online através da empresa que irá realizar o seu embarque. Ele ocorre normalmente quando há urgência na realização da entrega da mercadoria, sendo elas por exigência do cliente, necessidade de troca ou reposição de itens, ou outros problemas que poderiam causar o atraso na entrega.

Nestes casos, há uma garantia de data de embarque e de valores para o frete. Porém, caso o “booking” não ocorra por parte do cliente, há uma multa a ser paga ao armador. Esta opção é muito recomendada para quem está com a carga pronta e deseja um embarque mais garantido.

Para conhecer mais sobre esta oportunidade, ou outras opções de embarque que mais se adequem às suas necessidades, conte conosco.

Autora: Isadora Conte Poletto

Fonte: Maersk

Crédito da Imagem: jcomp

Com a demanda cada vez maior, aliado ao agravamento dos congestionamentos nos portos de todo o mundo, as transportadoras marítimas estão tendo que ajustar suas rotas de serviços.

Com a longa espera por atracações nos portos, os cronogramas das companhias marítimas estão sendo frustrados, dificultando as tratativas das companhias de recuperá-los.

A combinação do aumento muito rápido da demanda, juntamente com as medidas para combater a pandemia da COVID-19 nos portos, acabou agravando esta situação toda.

As companhias marítimas, por exemplo, estão pulando escalas dos navios no norte da Europa, pelo grave congestionamento nos portos de Hamburgo e Rotterdam.

A pandemia acabou desorganizando a logística internacional, que além dos congestionamentos nos portos, trouxe a elevação nos valores de frete.

Procure sempre estar sempre bem informado. É muito importante para a empresa, trabalhar com planejamento. Com todo esse caos que estamos vivendo na logística internacional, o planejamento ajuda a lidar com imprevistos.

Mantenha contato com a logística internacional da Efficienza, pois assim podemos encontrar alguma solução para embarcar o quanto antes sua carga, através do modal mais adequado, buscando sempre o melhor custo-benefício e o melhor modal.

Por: Fernando Marques

Crédito da Imagem: www.slon.pics

No dia primeiro de outubro, é celebrado na China, o feriado chamado de “Golden Week”, este, se estende por aproximadamente uma semana e é o segundo feriado mais importante da China.

Conforme a notícia “Golden Week: Impactos do feriado Chinês no comércio exterior “ a Golden Week é celebrada em duas semanas do ano, a primeira em janeiro ou fevereiro dependendo do calendário lunar, conhecida como a “Semana Dourada do Ano Novo Lunar Chinês” e a segunda, chamada de a “Semana Nacional do Dia Dourado” celebrada a partir do dia primeiro de outubro ao dia 7 do mesmo mês. O motivo da comemoração em outubro é a Proclamação da República Popular da China, onde em primeiro de outubro de 1949, foi encerrada a guerra civil entre comunistas e nacionalistas do país.

O comércio e os locais de produção são fechados durante todo o período e a maioria das empresas retomarão em 9 de outubro. A situação do mercado neste período é muito desafiadora para todas as vias de comércio, devido a esta paralização.

A maioria das companhias marítimas e aéreas anunciaram o cancelamento de viagens, não apenas durante o período da Golden Week, mas também antes e depois dos feriados, a fim de adequar seus serviços. Para evitar possíveis atrasos, as programações dos embarques devem ser avaliadas de acordo com a demanda da parte interessada, pois mesmo que alguns armadores operem, o grande volume pode impactar significativamente nos prazos de entrega.

O setor de logística internacional da Efficienza acompanha todas as mudanças que podem impactar no processo logístico, entre em contato conosco, juntos vamos alinhar os processos analisando sempre a melhor opção.

Por Joana Deangelis da Silva

Fonte: www.dachser.com.br, www.efficienza.com.br

O comércio exterior brasileiro sempre foi território insalubre para os desavisados. Não é de hoje que a famigerada insegurança jurídica presente no Brasil desde os tempos das capitanias hereditárias estende seu alcance a aqueles que operam hoje no comércio internacional. Caso algum novato na área decida aventurar-se nestes mares tempestuosos, deparar-se-á com um universo de legislações complementares e até contraditórias, procedimentos jurídicos intermináveis, agentes logísticos e aduaneiros despreparados e para coroar tudo isso, na reta de chegada terá que cruzar o caminho do feroz leão com poderes e aura mítica.

Como se não bastasse tudo isso, o mundo está diante de uma das piores crises logísticas pós-globalização. Falar de impactos da pandemia, tornou-se quase um clichê da grande mídia e dos analistas de botequim, porém, neste caso é impossível relevar. O caos instaurado no cenário logístico mundial é de extrema gravidade e se você pensa que isso não irá afetá-lo de uma maneira ou outra, pense novamente. Há não muito tempo, ao trazer um container de mercadorias da China, o importador desembolsaria uma média de 500 dólares americanos, hoje, o mercado pratica valores na casa dos 15.000 dólares por container da China, ou seja, aumento de 3000%, sem expectativa de desaceleração. A situação do valor pode até ser ignorada pelos otimistas, todavia, pagar esta exorbitância não garante coisa alguma, pois a crise ultrapassa a questão dos preços, chegando na falta de navios e rotas, falta de containers no mundo inteiro e Portos sendo fechados a todo momento na China pelo surgimento de novos casos de coronavírus.

Como bons brasileiros que somos, imediatamente surge aquele pensamento que atrofia os cérebros da massa: “Mas alguém está ganhando com isso!” Na verdade, eu realmente espero que alguém esteja ganhando com isso, até porque vivemos num mercado aparentemente livre e caso alguém deixe de ganhar, a prestação do serviço deixa de fazer sentido, porém, arrisco a dizer que o cenário é péssimo para todas as camadas da sociedade, desde o porteiro até o CEO. Este aumento nos fretes, aliado com o caos logístico será sentido no bolso de todos, sem exceção.

O Brasil, desde o tempo da exploração do pau-brasil, sempre exportou commodities e importou tecnologia e produtos semiacabados. Seja importando urânio para exploração de energia nuclear, seja importado ursinhos de pelúcia para parques de diversão, o fato é que somos dependentes da importação quer você queira ou não. Digo isso, pois neste exato momento os importadores já estão repassando preços reajustados e você já está pagando por isso. Agora é o momento de apertarmos os cintos, pois além da gasolina a 7,00 Reais, o gás de cozinha batendo recordes de preço, a conta de luz cada vez mais cara, é chegada a vez do aumento generalizado em tudo aquilo que é importado. Enfim, como sempre na história, eu e você pagaremos a conta.

Por: Bruno Zaballa

Parcerias de sucesso prometem modernizar o Porto de Suape e o Aeroporto de Guarulhos trazendo maior tecnologia e agilidade nas cargas que circulam nesses locais.

O GRU Airport, Concessionária e a Tri-Star, iniciaram, neste mês, as operações do novo armazém alfandegado destinado à exportação de cargas aéreas, que permitirá o aumento em até 35% da capacidade de recebimento de cargas para exportação, armazenamento, prestação de serviços e paletização. Esse terminal de cargas é o maior complexo aeroportuário no país e possui área de 99 mil m². Além de um grande volume de voos internacionais, sua ótima localização facilita o acesso a importantes rodovias que ligam o aeroporto a todo o país.

Já a parceria entre o Porto de Suape e o CESAR (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), promete torná-lo o mais moderno do país, além de desenvolver soluções inovadoras para agilizar as operações e suprir as necessidades de comunicação com o setor portuário.

O CESAR disponibilizará uma equipe de profissionais com experiência no mercado para criar as ferramentas de integração que resultarão na digitalização de muitas rotinas que envolvem a operação portuária. O desenvolvimento dessa plataforma integrada fará com que a Suape passe a figurar como um hub de geração e difusão de inovação e tecnologias emergentes, voltado para a eficiência na logística portuária.

Essas mudanças trarão muitos benefícios para os importadores e exportadores brasileiros, garantindo mais eficácia nos trâmites com as suas cargas. A Efficienza tem uma equipe qualificada que ajudará você a garantir economia nos seus processos.

Por: Fernanda Dal Corso Valentini

Quando precisamos importar uma carga, ou enviar algo daqui para o exterior, é fundamental solicitar uma cotação de frete. Para as cotações, sempre precisamos ter em mente qual o Incoterm utilizado, a origem e o destino da carga e uma descrição clara da mercadoria.

Em uma importação, por exemplo, os Incoterms mais utilizados são o EXW (Ex Works), o FOB (Free On Board) e o FCA (Free Carrier). Ao solicitar uma cotação EXW, estamos solicitando que a carga seja coletada na fábrica do exportador, assim sendo muito importante ter as informações relacionadas a isso, como o endereço completo dele. Ao utilizar o FOB, a carga é entregue no navio já desembaraçada, assim os valores de frete englobarão apenas os custos de transporte do porto de origem até o de destino. Já no FCA, fica a critério do exportador aonde a carga será entregue, podendo ser na sua fábrica, em um armazém ou até mesmo no porto de origem, antes do desembaraço.

Há vários detalhes envolvidos em realizar operações de fretes internacionais, assim sendo muito importante ter as informações corretas sobre o embarque e contar com o auxílio de profissionais de Logística Internacional. Conte com a Efficienza para lhe auxiliar em seus futuros embarque.

Autora: Isadora Conte Poletto

Conforme notícia publicada pela Efficienza em abril, quando há a necessidade de realizar transportes de mercadorias que precisem ficar em uma temperatura controlada (entre -30C e 30C), são utilizados os containers REEFER. Atualmente, porém, há uma falta de disponibilidade deste tipo de equipamentos para exportações, no Brasil inteiro.

Esta escassez está afetando de forma significativa exportadores dos mais diversos itens, principalmente de frutas, peixes, carnes de frango, bovina e suína. Infelizmente, não há justificativa para a carência destes containers e nem previsão para solucionar o problema. Esta lacuna já havia ocorrido em outros anos, mas sempre era resolvida dentro de algumas semanas. Este ano, porém, a situação apenas vem se agravando e durando meses.

Estas situações mostram o quanto é importante a programação antecipada de embarques e a busca por outras alternativas de envios, se o container desejado não está disponível. Para lhe auxiliar com estas análises e planejamentos, conte com a equipe de Logística da Efficienza.

Fonte: Jornal do Comércio

Autora: Isadora Conte Poletto

Você importador/exportador, têm notado o caos que está acontecendo nas importações e exportações, nos últimos meses? Estamos enfrentando uma tremenda alta nos valores de frete.

A exportação, no ano passado, bateu recorde em superávit. Em este ano, provavelmente, não será diferente. Porém o mundo todo está em falta de contêineres.

Os embarques pelo mundo todo estão caóticos. Dias e até mesmo semanas, e por que não meses de rolagens e omissões. Portos congestionados, acabam fazendo que navios cancelem escalas e sigam para outro porto.

Na Europa (Hamburgo, Roterdã e Antuérpia) e nos Estados Unidos (Long Beach e Los Angeles), foram registrados os níveis mais baixos dos últimos tempos quanto a disponibilidade de contêineres.

Os desembarques de cargas na China e atrasos no retorno de navios quando a pandemia se restringia principalmente à Ásia deixaram armadores à espera de milhares de contêineres para transportar produtos. À medida que a doença foi se tornando global, os portos da China começaram a colocar em quarentena os navios por 14 dias, o que agravou ainda mais a crise.

Enquanto o dólar favorece quem exporta, cada vez mais, os portos brasileiros e os grandes armadores não estão dando conta do aumento da demanda. Por isso, é de vital importância a organização com antecedência de seus embarques e contar com um agente de carga atento e que possa encontrar a melhor opção para sua empresa. Para isso, conte com a Efficienza!

Por: Fernando Marques

O Regime Aduaneiro especial de Entreposto Aduaneiro de importação é um método que permite que a mercadoria estrangeira seja armazenada em um Recinto Alfandegado, incluindo a suspensão dos tributos sobre a mercadoria importada. Além disso, no Entreposto Aduaneiro, as mercadorias importadas podem ser com ou sem cobertura cambial.

A finalidade do Entreposto Aduaneiro de importação é permitir a armazenagem da mercadoria importada sob controle aduaneiro sem o recolhimento imediato dos tributos incidentes, estando esses tributos sujeitos à suspensão durante o período do regime. Outra grande vantagem do entreposto aduaneiro de importação é permitir a retirada parcial da mercadoria e pagar apenas os impostos sobre a parte a ser desembaraçada.

Como neste ano (2021) ainda estamos tendo os reflexos de 2020 por causa da pandemia, muitos embarques estão atrasando. Os armadores estão adiando os embarques em até uma semana, e consequentemente, atrasos na chegada irão ocorrer. Muitas empresas sofrem com esses atrasos, pois se programam para que a sua mercadoria chegue conforme a previsão inicial de chegada.

O Entreposto Aduaneiro pode ser uma saída para os importadores, uma vez que podem comprar uma quantidade maior de mercadoria, deixando armazenada no Recinto Alfandegário perto de sua empresa, e quando precisar, nacionalizar a quantidade desejada.

Caso sua empresa tenha alguma dúvida, entre em contato com a Efficienza. Iremos saná-las.

Por Fernando Marques

Brasil está consolidado como o principal país de destino das exportações de vinhos envasados chilenos, ultrapassando Reino Unido, Japão e China com aproximadamente USD 148 milhões (entre janeiro e outubro de 2020).

Com a pandemia de COVID-19, as atividades vitivinícolas e, mais especificamente, hotelaria e ecoturismo, foram duramente atingidas, porém as grandes vinícolas chilenas imediatamente focaram-se no e-commerce, concentrando suas vendas para seus consumidores finais, e os pequenos produtores puderam abastecer grande parte das exportações. Durante a pandemia, o consumo aumentou cerca de 900%.

O Chile é hoje, um dos mais importantes exportadores de vinho, com uma área de vinhedos aproximada de 190 mil hectares e produção anual girando em torno de 1,3 milhões de litros. Sua principal região produtora de vinhos é O´Higgins e Maule que juntas correspondem a mais de 70% do total produzido e sua principal cepa é a Cabernet Sauvignon, que corresponde a 39% do total de vinhos.

Sendo o Brasil o principal destino das exportações de vinhos do Chile, as empresas importadoras devem estar atentas a quaisquer mudanças de legislação, benefícios fiscais e procedimentos de análise. Para isso conte com os profissionais da Efficienza, estamos preparados para lhe ajudar com transporte internacional, desembaraço aduaneiro e regimes especial, contate-nos para uma experiência sem complicação no seu processo de importação de vinhos.

Por Júlio Cezar Mezzomo.

Referência:Comex do Brasil