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Nos últimos meses, a Efficienza realizou megaoperações com total sucesso! Foram projetos de grandes maquinários que exigiram uma estratégia de importação minuciosa, pois envolveram tipos diferentes de containers por se tratar de equipamento com extra medidas. E desde a origem até a chegada no porto de destino e transporte nacional foram acompanhados de perto.

A equipe de logística trabalhou em estreita colaboração com os fornecedores, agentes de carga nas origens e transportadores nacionais para garantir que todas as etapas do processo fossem executadas com eficiência e segurança.

No porto de destino, as mercadorias foram desembarcadas e submetidas a procedimentos alfandegários, antes de serem transportadas para o destino final por via terrestre, com escoltas especializadas para garantir a segurança da carga.

Destacamos que o know-how especializado e monitoramento contínuo permitiu que cada etapa fosse verificada em tempo real, garantindo transparência e confiança no processo.

Com a conclusão bem-sucedida desses projetos, reforçamos nosso compromisso com a excelência em logística internacional e a capacidade de atender às necessidades complexas de cada cliente, trabalhando em equipe para garantir que todas as etapas sejam executadas de acordo com o planejamento prévio.

Autora: Fernanda Dal Corso Valentini

Essa semana, os portos asiáticos, especialmente em Singapura e Hong Kong, enfrentaram um congestionamento gigante, causando prejuízos significativos na logística internacional. O aumento do tráfego de contêineres e a falta de capacidade de processamento nos portos resultaram em atrasos e cancelamentos de embarques, causando atrasos nas entregas de mercadorias, afetando a cadeia de suprimentos de empresas em todo o mundo.

Em paralelo, as empresas de logística estão trabalhando para encontrar soluções para lidar com o congestionamento nos portos, incluindo a busca por rotas alternativas e a otimização de processos. Em adição, as autoridades portuárias estão empenhadas para aumentar a capacidade de processamento nos portos e reduzir futuros congestionamentos.

Congestionamentos em portos sempre impactam a logística internacional, causando atrasos e aumento dos custos para os importadores e exportadores. É importante que toda a cadeia logística esteja de mãos dadas para encontrar as melhores soluções para lidar com esse desafio e garantir a eficiência dos embarques.

Autora: Fernanda Dal Corso Valentini

Com a crescente globalização, a culinária brasileira tem ganhado novos contornos e sabores. Cada vez mais conectados às tendências internacionais, chefs e restaurantes pelo país apostam na importação de ingredientes exóticos como estratégia para reinventar seus cardápios, encantar os paladares mais exigentes e elevar a experiência gastronômica.

Diante de um público cada vez mais rigoroso, o setor gastronômico brasileiro tem expandido seus horizontes ao incorporar insumos internacionais antes considerados raros no país. Ingredientes que preservam sabores e técnicas tradicionais de outras culturas passaram a integrar os cardápios nacionais, elevando o padrão da experiência à mesa. Essa tendência reforça a importação como estratégia de diferenciação e autenticidade.

Os Desafios da Logística e da Legislação

Mais do que uma decisão culinária, a importação de ingredientes alimentícios demanda um planejamento logístico e o cumprimento de uma série de exigências técnicas. O processo envolve liberações sanitárias, documentações específicas e certificações. A etapa de liberação alfandegária, um dos principais gargalos na cadeia de importação de produtos alimentícios no Brasil, segue sendo um obstáculo na importação. Atrasos no desembaraço podem comprometer prazos de entrega, afetar contratos comerciais e gerar perdas financeiras

Para garantir que os produtos cheguem às cozinhas brasileiras com qualidade e integridade preservadas, uma rede coordenada de profissionais atua desde a negociação internacional até o desembaraço aduaneiro. A atuação estratégica desses especialistas é essencial para superar barreiras regulatórias, minimizar riscos logísticos e assegurar que cada etapa do processo, que vai da escolha do fornecedor até o transporte final, siga padrões rigorosos de segurança e eficiência.

Um Futuro Promissor para a Culinária Brasileira

A incorporação de sabores internacionais na gastronomia nacional não representa um afastamento da tradição, mas sim uma evolução pautada pelo diálogo criativo entre culturas. A cozinha brasileira, conhecida por sua riqueza regional, agora se reinventa ao receber influências externas que ampliam receitas, técnicas e possibilidades sensoriais.

Sua tendência é que continue crescendo nos próximos anos, impulsionada tanto pela curiosidade do consumidor quanto pela iniciativa dos profissionais da área em explorar novos caminhos culinários pelo fortalecimento da compra de ingredientes internacionais, que amplia o acesso a insumos antes restritos e potencializa a diversidade no prato brasileiro.

Em Síntese

A gastronomia brasileira vive um processo de renovação pela crescente introdução de insumos, impulsionados pela globalização e por um público cada vez mais curioso e exigente, os cardápios têm se tornado mais sofisticados e conectados às tendências globais. No entanto, essa expansão demanda esforços logísticos e regulatórios, que com a atuação dos profissionais certos, é possível garantir que cheguem às cozinhas brasileiras com qualidade.

Com a crescente demanda por pratos autorais e fusões culturais, a importação de ingredientes ganha protagonismo, contribuindo para que os sabores que cruzam fronteiras sigam conquistando o paladar brasileiro e enriquecendo a diversidade da nossa culinária.

Autor: Matheus Coimbra Thomé

O atual presidente americano, Donald Trump, anunciou uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos, a partir de 1º de agosto de 2025. Essa medida afeta diretamente a cadeia logística brasileira, aumentando os custos e reduzindo a competitividade dos produtos nacionais no mercado americano.

A tarifa de 50% é uma sobretaxa de importação unilateral imposta pelo governo americano. Ela se aplica a todos os produtos de origem brasileira que ingressem em território, inclusive via terceiros países, desde que a origem brasileira seja comprovada.

Com esse aumento, produtos brasileiros exportados para os EUA se tornarão menos competitivos em relação a produtos de outros países, e dessa forma a participação dos produtos brasileiros no mercado americano será reduzida drasticamente, afetando setores como o agrícola, industrial e de serviços.

A nova tarifa levará a mudanças nos fluxos comerciais, com as nossas empresas buscando outros mercados ou parceiros comerciais para evitar tal aumento no valor dos produtos.

Produtos agrícolas brasileiros, como café, soja e carne, podem ser afetados pela tarifa, reduzindo as exportações e impactando a economia rural. Setores industriais, como o de aço e alumínio, já enfrentam tarifas de 50% desde abril de 2025 e essa nova medida poderá agravar a situação. E empresas de serviços, como logística e transporte, podem ser afetadas pela redução do comércio bilateral.

Como reação à nova tarifa, empresas exportadoras brasileiras, como JBS, Vale, Embraer, Gerdau, entre outras, poderão sofrer impactos significativos e buscarão alternativas para mitigar os efeitos da tarifa.

Por fim, o governo brasileiro busca articulação com o Ministério das Relações Exteriores e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços para avaliar medidas de resposta à essa tarifação e, quem sabe, com muita negociação e esclarecimentos, consiga derrubá-la e evitar um problema muito maior para as empresas brasileiras.

Autora: Fernanda Dal Corso Valentini

A logística é o setor que depende exclusivamente das importações e exportações, e a alíquota de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) causa um impacto significativo nessas operações. O IOF é uma taxa que incide sobre operações financeiras, incluindo operações de câmbio.

A alíquota de IOF pode variar dependendo do tipo de operação e do prazo de pagamento. A alteração da alíquota (que passou de 0,38% para 3,5%) ocorrida no final de Maio, aumentou os custos das operações, especialmente para as empresas que importam e exportam e que usam dessas tramitações para garantir e sustentar seus negócios. Além do impacto financeiro, a competitividade das empresas também foi afetada. Sem contar que tais alterações levarão a um aumento de preços para os consumidores finais de toda a cadeia.

Por estarmos em um setor em constante evolução, impulsionado pela tecnologia e pela demanda por eficiência, qualquer alteração pode afetar gravemente a tomada de decisão das empresas seguirem atuando no comércio internacional.

Autora: Fernanda Dal Corso Valentini

A consolidação de cargas representa uma abordagem eficiente para diminuição de despesas logísticas e aperfeiçoamento dos procedimentos de importação, favorecendo o êxito nas operações comerciais internacionais.

É totalmente viável realizar o transporte de produtos pelo modal marítimo sem a necessidade de contratar um contêiner exclusivo para esse fim. Entretanto, há mercadorias que demandam atenção especial durante os processos logísticos. Sendo assim, é essencial ficar atento aos detalhes relacionados ao transporte de itens considerados perigosos.

A agregação de cargas perigosas envolve fases que não devem ser ignoradas. A primeira questão refere-se a uma avaliação detalhada das mercadorias que precisam ser enviadas, sendo que, em diversas situações, é vital realizar uma separação adequada delas durante o transporte. Essa medida é fundamental para assegurar a proteção ao longo do deslocamento, prevenindo perigos nas várias etapas logísticas da operação.

Cargas perigosas incluem todos os materiais que exibem propriedades tóxicas, explosivas ou corrosivas que podem oferecer riscos consideráveis à segurança pública, saúde de pessoas e meio ambiente.

Assim, estamos lidando com substâncias que podem ser explosivas, tóxicas, corrosivas ou que possam causar acidentes que poderiam ser prevenidos por meio das precauções definidas pela legislação e pelo cumprimento das normas vigentes. Particularmente, no transporte marítimo, no qual, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), 80% das mercadorias globais são deslocadas por embarcações, esse aspecto requer atenção diferenciada.

Como foi mencionado, o processo começa com a adequada categorização e reconhecimento dos produtos. Com base nessa atividade, é fundamental garantir uma separação apropriada entre as cargas com riscos reativos. Assim, é essencial realizar uma análise das embalagens, uma vez que elas devem estar em conformidade com as normas de segurança estabelecidas.

Autor: Fernando Marques

Conforme observamos nos últimos dias, o Rio Grande do Sul passa por sua maior tragédia da história. As cidades estão sendo devastadas pelas águas, com enchentes, deslizamentos de terra e vítimas em muitos municípios.

Com todos esses acontecimentos aeroportos e portos tiveram alterações de funcionamento. Em relação ao Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, a Fraport, administradora do aeroporto, informou que as operações estão suspensas até o dia 30/05/2024.

O porto de Rio Grande permanece operando, entretanto com certas restrições devido aos ventos fortes na região. Devido a este fato, há a possibilidade de que ocorram atrasos relacionados ao carregamento e à descarga de contêineres no porto.

Sobre os alagamentos noticiados de forma ampla, eles acontecem principalmente na parte histórica da cidade. O canal permanece estável no distrito industrial. A defesa civil alertou hoje, dia 08/05/2024, que sejam evacuadas as residências a 200 metros da lagoa, pois há risco de tempestade nos próximos dias, além de todo o escoamento do Guaíba nas próximas horas.

“A Portos RS – Autoridade Portuária dos Portos do Rio Grande do Sul segue monitorando a situação de suas unidades e mantém suspensas as operações no Porto de Porto Alegre, em razão da manutenção do nível do Lago Guaíba acima da chamada cota de inundação. No Porto de Pelotas, no sul do estado, o embarque de toras de madeira segue suspenso e as atividades estão paralisadas no terminal”

A sugestão é a de que haja a remoção das cargas através de DTA (Declaração de Trânsito Aduaneiro) ou DTC (Declaração de Trânsito de Contêiner). Desta forma, conseguimos resguardar o processo e evitar custos adicionais em zona primária.

Autor: Lucas Oliveira do Prado

A primeira rota direta da China para o Brasil foi anunciada no início do mês de setembro. Ela tem como partida o Porto de Guangzhou e o seu destino é o Porto de Santos.

Esse serviço promete uma redução de 5 (cinco) dias, no mínimo, em relação às opções usuais que levam em média 45 (quarenta e cinco) dias de viagem. Além dessa rapidez, o mesmo traz custos mais competitivos para os envolvidos na cadeia logística.

A Cosco Shipping pretende alocar 8 (oito) navios multifuncionais para essa rota. Porém, a frequência inicial será quinzenal com o objetivo de garantir a estabilidade dessa operação para atender a todos os importadores e exportadores com qualidade.

Vale ressaltar que já estamos aptos a oferecer essa rota. Aguardamos o seu contato para seguirmos com as negociações!

Autora: Fernanda Dal Corso Valentini

Crédito da imagem: dashu83

O conhecimento de embarque é um dos documentos mais importantes do comércio internacional e usualmente é emitido após o do trânsito internacional da mercadoria. Comumente chamado de BL (Bill of Lading), é uma de suas funções confirmar a contratação do transporte internacional, sendo utilizado para dar posse da mercadoria. É necessário que ele seja entregue ao importador para que o mesmo o use para a liberação da mercadoria no destino, comprovando sua aquisição. Sua emissão está à cargo do armador e é assinado pelo comandante do navio ou pela agência marítima.

Endossar ou consignar o BL a um terceiro, que não necessariamente seja o proprietário da mercadoria, é uma prática legal e comum no comércio internacional. Porém é necessário atentar para alguns detalhes na emissão do conhecimento para que esse procedimento seja possível. Nem todos os conhecimentos de carga informam, mas no campo de identificação do Consignee (“consignatário”) é necessário constar os temos To Order (“À Ordem”) ou To Order Of (“À Ordem de”) para definir se é possível o endosso. O termo “To Order” significa que o BL não tem um consignatário específico, ou seja, o exportador deve retirar o BL na origem, endossá-lo e enviar ao destino para o importador, não podendo o importador endossá-lo a outra empresa. Já o BL com o termo “To Order Of” seguido dos dados do importador, não precisa ser endossado pelo exportador, ele está “à ordem” do importador e este pode endossá-lo e repassá-lo à qualquer outra empresa.

Além disso, existem dois tipos de endosso: o preto e o branco. O endosso em preto acontece quando o endossatário é referenciado no momento da transmissão do título de crédito. Já no endosso em branco o título é transmitido, porém sem a identificação do beneficiário.

Autor: Gustavo Luis Schmaedecke

Crédito da imagem: jcomp

 

É comum que ao final do ano a demanda por produtos e insumos, principalmente originários do mercado asiático, sofra um aumento considerável. Impulsionado pelas festividades e a retomada da economia, esse ano não será diferente. Porém, com o congestionamento no transporte marítimo ao redor do mundo, surge uma reação um pouco atípica: o crescimento acima da média do transporte aéreo de cargas.

Parte dessa demanda pode ser explicada pela falta de contêineres marítimos, que é um modal mais barato e, consequentemente, mais procurado do que o aéreo. Entretanto, com o mercado de turismo (tanto nacional, quanto internacional) ainda em recuperação, há menos aviões de passageiros com capacidade de carga. Segundo a Allog, entre junho e setembro a movimentação de cargas aéreas foi 40% superior em tonelagem, em comparação ao mesmo período de 2020.

Em agosto as taxas aéreas nas principais rotas do comércio já vinham aumentando, uma vez que o setor enfrentou diversas interrupções na cadeia de suprimentos vindos da China e gargalos logísticos nos Estados Unidos, agravados ainda com a proximidade da alta temporada do setor.

Além disso, o setor ainda sofre com os impactos do fechamento de aeroportos devido à COVID na China, principalmente do Shanghai Pudong, maior centro de cargas do país. Esse efeito, que refletiu diretamente nos preços do frete, fez com que as rotas Miami-São Paulo e Shanghai-São Paulo sofressem aumentos de 380% e 350%, respectivamente.

Especialistas afirmam que, no momento, é difícil prever quando a situação começará a dar sinais de que estaria voltando ao normal, pois realmente são tempos sem precedentes. De acordo com a Associação Internacional de Transportes Aéreos (em inglês, International Air Transport Association – IATA), o valor embarcado por via aérea em 2021 será 15% maior em comparação a 2019, chegando aos US$ 7,5 trilhões, e deverá aumentar mais 7,2% em 2022.

Fonte: Portos e Navios

Autor: Marcel Mazzochi Negrini