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No início deste mês de junho, as novas instalações do Terminal de Cargas Internacional (TECA) do Porto Alegre Airport foram finalizadas. Iniciado em meados de junho de 2020 com investimento aproximado de mais de R$ 50 milhões, o novo terminal mais moderno e amplo, conta com aproximadamente 10.559 metros quadrados.

Próximo de iniciar suas atividades no novo complexo, estes últimos dias foram de ações complexas de ajustes de detalhes e instalação de maquinário, como instalação de infraestrutura de TI, montagens de câmaras frigoríficas, balanças, porta pallets, equipamento de raio-X, ajustes do processo alfandegado do Terminal junto à Receita Federal do Brasil e testes de usabilidade do local.

Para agilizar o processo de liberação de importação e recebimento das cargas de exportação, o novo terminal conta com novas docas, sendo nove para importação e oito exclusivas para exportação, otimizando a logística.

Além da modernização interna do complexo, a área externa conta com mais de seis mil metros quadrados dedicadas ao estacionamento e uma área exclusiva para espera de caminhões, agilizando ainda mais a entrega e carregamento das mercadorias. Uma via exclusiva de serviço com acesso restrito ligando o novo terminal ao pátio de aeronaves, agilizará a complexa operação logística.

A previsão para início das atividades no novo TECA, localizado na avenida Severo Dullius, 800, é para o dia 26/07/2020 (segunda-feira). A FRAPORT informou que no dia 23/07 (sexta-feira) não haverá atendimento ao público (entrega e recebimento de cargas estarão suspensos) sem onerar o importador ou exportador e os horários de funcionamento do novo TECA permanecerão inalterados.

Fonte: https://www.panrotas.com.br

Elaborado por: Júlio Cezar Mezzomo

Uma dupla explosão atingiu o principal Porto de Dubai, epicentro comercial dos Emirados Árabes Unidos, na noite de quarta-feira, causando um incêndio que pôde ser visto por moradores de diversos pontos do Emirado.

A fogo iniciou em um container de material inflamável e resultou de um “acidente normal”. A polícia informou que a causa da explosão poderia ter sido “fricção” ou as “temperaturas elevadas” verificadas. A responsável de comunicação do Governo adiantou que o navio se preparava para atracar em um dos cais longe da principal linha de navegação do porto.

O incêndio foi controlado por volta da 1h de quinta-feira (18h de quarta em Brasília). As autoridades estão empenhadas para verificar a extensão dos danos causados pela explosão nas cargas, containers e no Porto. Além disso, não houve informação de feridos no acidente e todos os trabalhadores que estavam na embarcação foram evacuados a tempo e em segurança.

O porto de Jebel Ali é um dos maiores do mundo e o maior do Oriente Médio. Esse acidente trará grandes prejuízos para todo o comércio internacional, já que alguns containers foram avariados e haverá atrasos e congestionamentos nas operações desse Porto.

Por: Fernanda Dal Corso Valentini

A movimentação de cargas no Brasil teve alta de 38,63%, segundo o relatório “Índice da Movimentação de Cargas do Brasil”. Estes dados são apurados com base em 25 mil empresas, entre operadores logísticos, transportadoras e embarcadores. Thiago Marques, CEO da AT&M, informa que a pandemia da Covid-19 não prejudicou o desempenho do transporte de cargas.

Em 2020, foram registrados R$ 7,5 trilhões em movimentação de cargas em comparação com o ano de 2019, no qual foram contabilizados R$6,8 trilhões, observando-se, portanto, um aumento de 10%. Estes valores mencionados são oriundos de todos os tipos de cargas transportadas em território nacional, ou seja, qualquer tipo de movimentação nos modais rodoviários, ferroviários e hidroviários.

Cerca de 52% das movimentações de cargas em 2020 registraram origem de embarque no estado de São Paulo, seguido de Minas Gerais (11,20%) e Rio Grande do Sul (5,16%). Referente ao primeiro quadrimestre de 2021, 54,40% dos embarques foram originários do estado de São Paulo, em sequência aparecem os estados de Minas Gerais com (10,32%), Paraná (5,35%) e Rio Grande do Sul (4,77%).

Fonte: https://revistamundologistica.com.br

Por Joana Deangelis da Silva

Quando precisamos importar uma carga, ou enviar algo daqui para o exterior, é fundamental solicitar uma cotação de frete. Para as cotações, sempre precisamos ter em mente qual o Incoterm utilizado, a origem e o destino da carga e uma descrição clara da mercadoria.

Em uma importação, por exemplo, os Incoterms mais utilizados são o EXW (Ex Works), o FOB (Free On Board) e o FCA (Free Carrier). Ao solicitar uma cotação EXW, estamos solicitando que a carga seja coletada na fábrica do exportador, assim sendo muito importante ter as informações relacionadas a isso, como o endereço completo dele. Ao utilizar o FOB, a carga é entregue no navio já desembaraçada, assim os valores de frete englobarão apenas os custos de transporte do porto de origem até o de destino. Já no FCA, fica a critério do exportador aonde a carga será entregue, podendo ser na sua fábrica, em um armazém ou até mesmo no porto de origem, antes do desembaraço.

Há vários detalhes envolvidos em realizar operações de fretes internacionais, assim sendo muito importante ter as informações corretas sobre o embarque e contar com o auxílio de profissionais de Logística Internacional. Conte com a Efficienza para lhe auxiliar em seus futuros embarque.

Autora: Isadora Conte Poletto

As mercadorias consideradas perigosas exigem uma série de documentos especiais para serem transportadas, armazenadas e devem estar devidamente identificadas. Um documento obrigatório é a ficha MSDS (Material Safety Data Sheet) – também conhecida por FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico) – especialmente se a carga for inflamável, explosiva ou similar.

Essa ficha contém informações importantes sobre tal produto químico, como os aspectos sobre o transporte, manuseio, descarte e armazenamento, lembrando que as mercadorias devem estar de acordo com os padrões aplicáveis nacional e internacionalmente. A Organização das Nações Unidas (ONU) divide os produtos em classes de risco como abaixo:

• Classe 1 – explosivos;

• Classe 2 – gases;

• Classe 3 – líquidos inflamáveis;

• Classe 4 – sólidos inflamáveis;

• Classe 5 – substâncias combustíveis e materiais oxidantes;

• Classe 6 – substâncias tóxicas (venenosas) e infecciosas;

• Classe 7 – materiais radioativos;

• Classe 8 – corrosivos;

• Classe 9 – mercadorias perigosas diversas.

Não existe um padrão para essa ficha de segurança, porém ela engloba dezesseis itens a respeito do produto, como por exemplo:

1) Identificação do produto e da empresa;

2) Identificação dos perigos;

3) Composição e informações sobre os ingredientes;

4) Propriedades físicas e químicas;

5) Estabilidade e reatividade;

6) Medidas de primeiros-socorros, combate a incêndio e controle em caso de derramamento ou vazamento;

7) Manuseio e armazenamento;

8) Controle de exposição e proteção individual;

9) Informações toxicológicas;

10) Informações ecológicas (o impacto ambiental ou como se mistura ao meio ambiente);

11) Considerações sobre tratamento e disposição;

12) Informações sobre transporte;

13) Regulamentações (regulamentações específicas aplicáveis aos produtos químicos);

14) Outras informações importantes do ponto de vista da segurança.

15) Saúde; e

16) Meio ambiente.

Este é um documento extremamente importante em relação ao embarque, pois o aceite de uma mercadoria em um navio ou aeronave depende de sua análise pelo transportador para evitar qualquer tipo de acidente ou explosão e preservando as demais cargas embarcadas, além da vida dos tripulantes. Ao analisar a ficha MSDS, os responsáveis pelo embarque e desembarque saberão as instruções precisas sobre o manuseio da carga. O responsável pela emissão desse documento é o fabricante, pois conhece tudo a respeito do seu produto, devendo responsabilizar-se 100% pelas informações.

A Efficienza tem expertise na importação e exportação desse tipo de mercadoria. Se seu produto se encaixa nessa categoria, contate o time da Logística para que possamos apresentar as mais eficientes nas soluções para o transporte da sua carga.

Por: Fernanda Dal Corso Valentini

O mundo todo tem sofrido com a falta de equipamentos e de espaços em navios desde o início da pandemia e devido a isso os armadores têm atualizado os valores dos fretes semanalmente. A parte aérea também foi afetada pela alta procura desse modal para reforçar os baixos estoques dos produtos de forma rápida.

Essa movimentação é sentida diretamente nos valores praticados pelo mercado e tem impacto imediato e duradouro, visto que influencia de forma cíclica e atinge todas as origens e destinos. As retomadas da economia brasileira têm proporcionado negociações com novos fornecedores e clientes e isso vem pressionando o aumento da oferta de transporte.

Nesse cenário começamos a sentir mais a questão de Overbooking (oferta de espaço abaixo da demanda) e as negociações e disputa por espaço são cada vez maiores. Mesmo com o agendamento prévio de embarques, alguns exportadores não conseguem espaço para os embarques e necessitam esperar por uma nova previsão de embarque e “Booking”, gerando atualizações de valores e prazos de entrega das cargas nos destinos. Ligado a essa demanda por containers, percebe-se a diminuição do “Free Time” para assim forçar a devolução dos equipamentos com mais rapidez.

Para remediar esses transtornos, temos rotas e equipamentos alternativos, porém com o “transit time” maior do que as rotas diretas e usuais. Mais do que nunca, as empresas precisam de planejamento eficaz para antecipar ou postergar as futuras compras e vendas para evitar custos não esperados.

De forma estratégica, a Efficienza desenvolve os parceiros diretos das origens para que possa agilizar a comunicação com os exportadores e alinhar eficientemente os embarques, sem perder tempo e dinheiro. Tem algum embarque planejado? Contate o time de Logística para verificar a forma mais rápida e econômica para esse transporte.

Por: Fernanda Dal Corso Valentini

Em tempos de pandemia, a logística precisou se adaptar o mais rápido possível. Ela trouxe diferentes consequências para diversos setores do mundo, tendo a possibilidade de se reinventarem e aperfeiçoar atividades, ampliando sua visão do mercado. Agora, os países estão na corrida para acelerar a distribuição da vacina capaz de evitar a contaminação pela Covid-19.

Assim como todo o insumo médico, as vacinas devem ser transportadas com os devidos cuidados. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), uma perda de até 50% dos medicamentos é observada ao longo das várias etapas da cadeia logística. Dessa forma, o controle preciso e contínuo de temperatura, embalagem e manuseio deste insumo se mostra essencial para reverter este quadro que se tornou ainda mais crítico.

Os modais que estão sendo utilizados para esta distribuição são o rodoviário e o aéreo. Este segundo está desempenhando um papel fundamental por ser um meio de transporte ágil, resultando numa distribuição mais rápida.

Abaixo seguem alguns cuidados que devem ser tomados:

• Garantir o alto nível de qualidade na rastreabilidade do produto;

• Procedimentos de limpeza;

• Acompanhamento da temperatura durante o transporte;

• Gerenciamento de dados para auditoria;

• Treinamento de motoristas para operação de carga refrigerada;

• Certificação de qualidade dos equipamentos de refrigeração.

Fonte: https://www.doisamaisfarma.com.br/

Autora: Joana Deangelis

O ano de 2020 chega em sua reta final e o sentimento que uma solução definitiva contra o Covid se aproxima cresce diariamente. Com pelo menos 10 laboratórios de diferentes lugares do mundo apresentando propostas de vacinas ao Governo Federal, as projeções de um medicamento eficaz são cada vez mais otimistas. Agora, o motivo de preocupação ganha um outro protagonista: a logística. Em um país tão grande quanto o Brasil, o que é necessário para garantir que todos os cidadãos recebam sua imunização corretamente?

Segundo João Gabbardo, o coordenador do centro de contingência da Covid-19 em São Paulo, o primeiro ponto de atenção é o planejamento. Estima-se que o Brasil precise de, pelo menos, 400 milhões de doses de vacina para imunizar adequadamente a população e apenas uma opção de medicamento não seria o suficiente. Por isso, o governo já possui negociações avançadas com mais de um provedor para a garantia de doses importadas na primeira fase de distribuição.

Outro viés de atenção é que as vacinas são altamente perecíveis exigindo, assim, que toda a cadeia de suprimentos precise ser desenhada e adaptada às novas tecnologias para oferecer segurança no processo de transporte. Na etapa da importação, o desafio será garantir a temperatura dos componentes que variam entre 2C° e -8°C, mas podem exigir resfriamento ainda maior, chegando a -75°C – tornando o transporte muito mais complexo. Para uma ideia mais clara do tamanho dessa operação: projeta-se que para atingir a meta de imunização total, sejam utilizados mais de 15.000 voos e 15 milhões de entregas refrigeradas.

Além disso, há a necessidade de um cuidado redobrado com fatores externos locais, que podem interferir no sucesso da etapa de distribuição nacional, como segurança de veículos, diferentes temperaturas a depender da região do país, isolamento geográfico de alguns municípios, etc.

Também se estima que outros insumos terão necessidade de abastecimento, tais como: refrigeradores mais potentes para os postos de aplicação da vacina no SUS, embalagens, envases, rótulos e equipamentos de aplicação.

Todo esse desafio pela frente reforça como o setor de logística é um aliado importante para o combate do Covid-19 em todas as etapas e a necessidade de parceiros com conhecimento técnico para o sucesso da cadeia de suprimentos em qualquer mercado. A Efficienza torce para que as vacinas estejam disponíveis para a população o mais breve possível e se mantém à disposição para quaisquer desafios na logística e nos serviços aduaneiros de seus clientes.

Por Gabriela Paschoal.

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 0,936 bilhão e corrente de comércio de US$ 7,303 bilhões na terceira semana de novembro de 2020, como resultado de exportações no valor de US$ 4,119 bilhões e importações de US$ 3,183 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (23/11), pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. No ano, as exportações totalizam US$ 186,726 bilhões e as importações US$ 136,377 bilhões, com saldo positivo de US$ 50,348 bilhões e corrente de comércio de US$ 323,103 bilhões.

As exportações tiveram um crescimento de 1,3%, sendo que o principal responsável por este crescimento foi o setor extrativista, como o minério de ferro e cobre. Entretanto, as importações ficaram abaixo da média de novembro do ano passado, 2,6%. Nesse comparativo teve um aumento agropecuário, mas houve uma diminuição de produtos de transformação, como, por exemplo, óleos combustíveis de Petróleo, obras de ferro, aeronaves e extrativista (óleos brutos de petróleo e gás natural).

Estamos observando uma movimentação no comércio internacional brasileiro. Algumas empresas foram prejudicadas com a pandemia, outras estão produzindo e movimentando seus produtos e, com isso, a economia. Sabemos que muitos insumos importados deixam as empresas mais competitivas, melhorando a qualidade dos produtos e posicionamento frente aos concorrentes, e que muitos negócios podem ser gerados com as vendas no comércio exterior através das exportações.

Nós da Efficienza podemos lhe ajudar tanto na questão da liberação das mercadorias quanto na parte logística, contate-nos!

Por Tatiane Delazzeri.

Referência: Ministério da Economia.

O Canal de Suez é uma passagem construída a partir de 1859 para conectar os continentes asiático e europeu. Muito mais do que uma das grandes obras do século XIX, empregando mais de 1,5 milhão de pessoas durante os 10 anos de sua construção, desde sua inauguração em 17 de novembro de 1896, o canal adquiriu forte relevância no comércio de mercadorias e transporte de pessoas, facilitando as viagens marítimas ao diminuir em mais de 7 mil quilômetros a distância Europa-Ásia.

Sendo o maior canal de travessia de embarcações sem eclusas (construção que permite a subida ou descida de navios, como as existentes no Canal do Panamá), ligando o Mar Vermelho e o Mediterrâneo e evitando o longo percurso pelo Cabo da Boa Esperança, o Canal de Suez permite a travessia de cerca de 14% do comércio global de cargas, com capacidade atual de passagem para 49 navios nos dois sentidos de travessia.

Em conjunto com a facilitação de viagens, a importância do canal também passa pela segurança que o mesmo apresenta, pois, ao oferecer uma opção de travessia Europa-Asia sem a necessidade de passagem pelo extremo sul e extremo leste africano, onde é comum a ocorrência de pirataria. Tendo entre as cargas mais transportadas o petróleo, minerais e metais brutos, carvão, diesel, gás natural, combustível e cereais, o Canal de Suez faturou US$ 6,3 bilhões, de junho de 2018 a junho de 2019.

O Porto de Santos mantém acordos de cooperação técnica com o Canal de Suez, o qual, por conta de diversas facilidades oferecidas pelo Egito, apresentando modelos de negócio flexíveis, acordos com a União Europeia de facilitação de comércio, certificados de origem com validade europeia e menores custos logísticos, por ser uma zona franca (livre de tarifas alfandegárias), apresenta-se como uma solução logística e de despacho eficiente para exportações, simplificando rotas marítimas.

Por Wlamir Henrique da Cruz Danieleski.