Calma… a gente te ajuda.
Depois de pequena alta do dólar ontem, e embora o mercado de câmbio hoje esteja apresentando leve recuo para a moeda americana, aguardar para fazer o registro de sua DI amanhã não é o melhor negócio.
A moeda americana ainda está um pouco melhor para registro hoje.
Veja:

Nosso site, todas as manhãs, atualiza automaticamente as cotações das principais moedas.
Aqui você encontra a cotação do dia e também para o dia seguinte.
Sempre que estiver entre a cruz e a espada, entre registrar a DI ou aguardar para registrar, consulte o nosso site.
Quando você tiver prazo para fazer o registro, e, sua importação permitir essa análise, lembre-se dessa ferramenta.
Fique atento ao nosso site e bons negócios.
Por Tiago Todeschini – Departamento de Logística Internacional
Vivenciamos no último mês um clima de tensão e incerteza no cenário político-econômico mundial. A vitória do Brexit (abreviação de Britain, que significa Grã-Bretanha, e exit, que designa a saída do Reino Unido do bloco europeu) me fez lembrar da neblina de suspeitas presente sobre os escombros das torres gêmeas em 2001 e, mais recentemente, do alvoroço nas bolsas financeiras mundiais após o estouro da bolha imobiliária nos EUA em 2007. Agora em 2016, o desenrolar da saída do Reino Unido da União Europeia ainda causa calafrios a investidores e empresas de capital aberto sediados ou representados pelos dois fronts.
O conservadorismo da decisão
A decisão da saída da União Europeia – 52% favoráveis X 48% contra – mostra ao mundo que o Reino Unido notoriamente preocupa-se com a falta de controle dos números imigratórios em um cenário de guerras e ameaças terroristas, que lança à Europa milhões de refugiados anualmente.
O pragmatismo social e político também são marcas registradas. Embora pareça algo como conto de fadas ou até mesmo “Game of Thrones” do século XXI, a família real britânica é a demonstração mais palpável dos antigos sistemas monárquicos existentes na idade média.
A relação com o Brasil
Apesar dos reflexos futuros do Brexit serem ainda desconhecidos, espera-se maior autonomia do Reino Unido na busca por novos parceiros comerciais. O embaixador do Reino Unido no Brasil, Alex Ellis, declarou durante palestra na Associação Comercial do Rio de Janeiro, que a saída do bloco da União Europeia abre perspectivas de ampliação de acordos comerciais com o Brasil, inclusive na área agrícola:
“Temos de ver as oportunidades para nossa vida pós-União Europeia. O Brasil é um dos países que temos interesse em reforçar os laços comerciais. Mas terá de ser passo a passo. Há vários países pedindo para fechar acordos conosco, mas temos de priorizar, pensar. É claro que o Brasil é muito importante para nós. Espero que nos próximos dez anos possamos até aumentar nossas relações”.
Desenha-se, portanto, a médio/longo prazo um elevado padrão de competitividade para o desenvolvimento de acordos bilaterais junto ao Reino Unido. Certamente, essa nova realidade britânica em busca do resgate de sua identidade deixaria contentados entusiastas como os memoráveis Winston Churchill e Margaret Thatcher.
Autor: Fernando Henrique Vargas – Departamento de Despacho Aduaneiro
Juros básicos estão nesse nível desde o fim de julho do ano passado
Pela oitava vez seguida, o Banco Central (BC) não mexeu nos juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve, nesta quarta-feira, a taxa Selic em 14,25% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas, que preveem que a taxa ficará inalterada até o fim do ano.

Os juros básicos estão nesse nível desde o fim de julho do ano passado. Com a decisão do Copom, a taxa se mantém no mesmo percentual de outubro de 2006. A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Oficialmente, o Conselho Monetário Nacional estabelece meta de 4,5%, com margem de tolerância de 2 pontos, podendo chegar a 6,5%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumulou 8,84% nos 12 meses encerrados em junho, depois de atingir o recorde de 10,71% nos 12 meses terminados em janeiro.
No Relatório de Inflação, divulgado no fim de junho pelo Banco Central, a autoridade monetária estima que o IPCA encerre 2016 em 6,9%. O mercado está mais pessimista.
De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, o IPCA fechará o ano em 7,26%.
Apesar da queda do dólar, o impacto de preços administrados, como a elevação da conta de água em várias capitais, tem contribuído para a manutenção dos índices de preços em níveis altos. Nos próximos meses, a expectativa é que a inflação desacelere por causa do agravamento da crise econômica.
Embora ajude no controle dos preços, o aumento ou a manutenção da taxa Selic em níveis elevados prejudica a economia. Isso porque os juros altos intensificam a queda na produção e no consumo. Segundo o boletim Focus, os analistas econômicos projetam contração de 3,25% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) em 2016. No Relatório de Inflação, o BC prevê retração de 3,3%.
A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação.
Mudanças
Essa foi a primeira reunião do Copom comandada pelo novo presidente do BC, Ilan Goldfajn. No encontro passado, no início de junho, ele ainda não tinha tomado posse formalmente como presidente da instituição financeira.
A primeira reunião do Copom na gestão de Goldfajn teve mudanças. O segundo dia de encontro teve o horário antecipado em duas horas, o que permite a divulgação da taxa Selic por volta das 18h. O BC decidiu anunciar a taxa apenas pela internet, em vez de ler um comunicado na presença de jornalistas. A ata do Copom, que era divulgada na quinta-feira da semana seguinte a cada reunião, passará a ser divulgada dois dias antes, na terça-feira.
Fonte: Agência Brasil
O Brasil poderá exportar R$ 250 milhões a mais por ano para a União Europeia (UE). Um acordo assinado na Organização Mundial do Comércio (OMC) na semana passada permite a ampliação das vendas de alguns produtos agrícolas e animais para o bloco econômico.
As negociações duraram três anos e foram iniciadas após a entrada da Croácia na UE, em julho de 2013. O acordo estabelece o aumento das quotas de importação de açúcar e de carnes de frango e de peru que entram no bloco econômico com tarifa reduzida.
No caso do setor sucroalcooleiro, além de elevar a quota de importação com tarifa reduzida em 114 mil toneladas de açúcar por ano, o Brasil poderá exportar o produto com tarifas mais baixas que as atuais por sete anos. O acordo será incorporado às listas de compromissos da União Europeia na OMC e não poderá ser alterado sem nova negociação.
De acordo com o Itamaraty, as novas cotas de importação com tarifa reduzida foram negociadas com base nas exportações do Brasil para a Croácia antes de o país ingressar na União Europeia. Com a adesão do país, que se tornou o 28º membro da UE, as tarifas de importação foram elevadas para se ajustarem às aplicadas no restante do bloco, o que prejudica as vendas brasileiras para o exterior.
Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que o Brasil confia que as novas condições acordadas serão implementadas o mais rápido possível. De acordo com o comunicado, a intenção do governo é que os exportadores brasileiros se beneficiem do acordo comercial ainda no início do segundo semestre.
Fonte: Agência Brasil
Ocorrerá entre os dias 26 e 29 de Julho, no Anhembi em São Paulo, a ForMóbile, feira que reúne empresas do Brasil e do exterior, representando os diversos setores da tecnologia para a indústria moveleira.
Estarão presentes os principais fornecedores de máquinas, matérias-primas, ferragens e acessórios e serviços.
A facilidade de acesso e a infraestrutura de São Paulo atraem visitantes de todos os estados do Brasil e também do exterior, estando presente toda cadeia do setor moveleiro. A expectativa é receber 60 mil visitantes e alcançar uma alta exposição dos lançamentos brasileiros e portfólio de produtos, além de estreitar o relacionamento com os clientes, parceiros, fornecedores e gerar novos negócios.
A força nacional e internacional da ForMóbile é cada vez maior. Reconhecida no mercado como uma das principais feiras da América Latina no segmento, conta com grandes empresas, inclusive do exterior, que confirmam a importância do mercado brasileiro no contexto global.
E, em um cenário econômico instável, a feira se torna uma ferramenta para driblar essa instabilidade, apresentando, historicamente, bons números de vendas no próprio evento.
Cabe ressaltar que a feira é um momento importante para o posicionamento institucional da empresa e da marca, além de poder se relacionar com um número grande de clientes do setor, de diversas partes de do País, e de outros países, em um espaço curto de tempo.
Para quem planeja ir mais longe e quer prospectar o concorrido mercado mundial, a sétima edição da ForMóbile é a melhor opção do setor moveleiro, já que a visitação internacional estará recebendo atenção especial na próxima edição e trará muitas tendências de diversas partes do mundo.
Sendo assim, a ForMóbile é a ocasião ideal para encontrar o mercado, conhecer novas tecnologias, descobrir tendências e se relacionar com os principais players do setor.
Por Jéssica Rodrigues – Depto. de Exportação
No último sábado dia 16/07, a Efficienza recebeu a visita dos alunos do Curso de Comércio Internacional da UCS – Campus de Bento Gonçalves para um treinamento nas dependências da empresa.
Os alunos puderam vivenciar um pouco sobre a rotina dos profissionais da Efficienza, com exposições sobre o funcionamento de uma assessoria de comércio internacional, explicações técnicas sobre o que cada setor executa e o papel fundamental que todos têm dentro de nossa equipe. Além disso, os alunos conheceram um pouco sobre a política e filosofia da Efficienza, exemplificando um pouco do que o nosso setor de RH proporciona para manter todos os colaboradores motivados e engajados em um único objetivo: crescimento profissional e pessoal.
Agradecemos também a presença das professoras e Maria Inês Munari Balsan e Simone Fonseca de Andrade. Para nós foi um prazer recebê-las, e esperamos que essa parceria perdure por muitos e muitos anos!
E você, gostaria de participar de um treinamento com a sua instituição? Mande um e-mail para treinamento@efficienza.uni5.net estamos à disposição para atendê-los!
Desde o dia 23 de junho de 2016, a Receita Federal do Brasil (RFB) está em operação padrão, caracterizada pelo “dia sem computador”, onde as atividades que dependem dos auditores fiscais não são realizadas em determinados dias. Funções como atendimentos, deslacres, integridade de carga, presença de carga e desembaraços em canal de conferência não acontecem.
Os servidores da RFB decidiram por aderir à greve a partir do dia 18 de julho, em protesto à demora do governo para encaminhar ao Congresso o projeto de lei que trata do reajuste salarial da categoria. Já no dia 12, algumas URFs aderiram à greve, tais como Guarulhos e Viracopos. Nestes locais nenhum tipo de liberação está ocorrendo para os processos de importação.
O impacto da paralização deve ser percebido pelas empresas que atuam no Comércio Exterior nos próximos dias, onde os processos poderão ser onerados por custos de armazenagem, atrasos no desembaraço aduaneiro, além de afetar o serviço de dúvidas sobre Imposto de Renda.
A RFB aproveitou o momento para intensificar a análise dos processos, onde nos embarques aéreos estão obrigando a entrega dos documentos originais previamente ao Registro da DI para verificação. Ocorreram também alterações manuais de canais de parametrização, que foram selecionados para conferência.
Aconselhamos que os embarques aéreos de importação para o Rio Grande do Sul, se possível, sejam contratados com voo direto para Porto Alegre, para evitar atrasos e custos extras.
Entre em contato com a Efficienza para maiores informações.
As dificuldades encontradas pelo Brasil, causadas pelo atual momento político e socioeconômico, estão prejudicando setores importantes da nossa economia. Entretanto, tais problemas então sendo minimizados com a situação atual vivida pelas empresas que com dedicação e esforço conseguem realizar suas exportações.
O Brasil possui uma economia muito promissora, nossa capacidade para exportar está acima do que é feito hoje, com a força das empresas, agregado aos incentivos federais como o Plano Nacional de Exportações, podemos atingir um patamar maior em comparação com as maiores economias do mundo atualmente.
Com a cotação do dólar relativamente alta – há pouco tempo beirava os R$4,00 – as empresas exportadoras são atores importantes na manutenção do saldo positivo da balança comercial, que nos últimos meses teve um superávit de US$ 1,488 bilhão, contudo, estes números estão diretamente ligados a quedas de outros os setores da economia.
O sucesso do comércio internacional, deve-se muito às diferentes vantagens que caracterizam cada país, sejam elas naturais ou comerciais, e principalmente à capacidade de suas empresas de se especializarem nessas vantagens.
No cenário atual podemos afirmar que exportar é uma oportunidade, não um último recurso.
